Não Há Navios Sem Marinheiros



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Processo seletivo para Praticante de Prático continua     (08/01/2009)

A “medida liminar” em mandado de segurança, pleiteado por candidato de Santa Catarina não classificado no concurso de Praticante de Prático 2008, foi cassada pelo Juiz da 14ª. Vara Federal do Rio de Janeiro, no dia 07/01/09, faltando julgar o mérito do mandado. Por conseguinte, prosseguem com seu andamento normal as fases do processo seletivo, com a interrupção apenas do dia 07/01 e com novo calendário.

Codesp vai explorar bacia hidroviária em Santos
         Uma bacia hidroviária com cerca de 200 quilômetros de extensão começa a ser explorada junto ao porto de Santos como alternativa de transporte e aumento das atividades produtivas da região.
         O potencial do conjunto de rios que deságuam direta ou indiretamente no estuário é suficiente para elevar em 10 milhões de toneladas/ano a movimentação de cargas do porto, ao custo estimado de US$ 10 bilhões, em uma década. Santos movimenta por ano cerca de 80 milhões de toneladas de cargas.
              A expansão dos limites do porto de Santos é defendida por José Roberto Correia Serra, presidente da Codesp
    
          .
            Ele destaca a necessidade da transferência de operações para novas plataformas operacionais, até mesmo offshore, com vistas a ligar o alto mar ao porto, por meio de dutos para o transporte de petróleo e álcool, entre outros.
                Serra afirma que "o porto de Santos é maior que qualquer grande idéia", ao se referir ao potencial da região.

Fonte: Valor Econômico / Redação.
CIAGA e CIABA formam novos Praticantes.
    Formaram-se no CIABA, Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar, em Belém-PA, no último dia 9/12/08, noventa e sete alunos que concluíram a parte teórica do Curso de Formação de Oficiais da Marinha Mercante. Cinquenta e cinco são Praticantes de Náutica e quarenta e dois Praticantes de Máquinas.
   
    No CIAGA, Centro de Instrução Almirante Graça Aranha, no Rio de Janeiro, em 15/12/08, em cerimônia que contou com a presença do Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra, Júlio Soares de Moura Neto, 132 alunos receberam o diploma de Praticantes de Náutica e 51 alunos o de Praticantes de Máquinas.

Fonte: Da Redação.   

Inace exporta primeiro navio de guerra

O estaleiro Inace (Indústria Naval do Ceará) é o primeiro estaleiro particular brasileiro a exportar uma unidade de guerra. Está sendo entregue, neste mês, o navio patrulha “NS Brendan Simbwaye” (200 Tpb) à Marinha da Namíbia, dando outras expectativas comerciais ao estaleiro que era conhecido internacionalmente pela construção de Iates de luxo.
    Vários países, sobretudo africanos, tem demonstrado interesse em encomendar navios desse segmento.
    O Inace está construindo dois navios para a Marinha do Brasil de 500 Tpb. O primeiro com previsão de entrega para outubro de 2009 e o segundo quatro meses depois.
Fonte: Da Redação

Codesp negocia inclusão de obra no PAC.
A Codesp negocia com o Governo Federal, com o aval do Ministro da Secretaria Especial de Portos, Pedro Brito, a inclusão, no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do projeto de aprofundamento das estacas de sustentação dos berços públicos do Porto de Santos.
O custo do empreendimento é estimado em R$ 120 milhões.
O novo estaqueamento é preciso porque a maior parte das fundações do costado tem até 12 metros.
Com a realização da dragagem de aprofundamento, que elevará de 12 para 15 metros a distância entre a linha d'água e o leito do Canal do Estuário, as estacas precisarão ser ampliadas para o costado não ruir.
O cais do Saboó será o primeiro a receber a nova fundação.

Fonte: A Tribuna – Santos / Redação. 

Quando dois “Tikunas” se encontram



A embarcação que aparentemente está sob mira e vai ser atingida pela meia nau a BB é o “Smit TICUNA”, rebocador de apoio portuário da Smit Rebras do Rio de Janeiro.

O “agressor” é o submarino convencional “TIKUNA” da Marinha do Brasil. As duas embarcações foram clicadas nessa situação curiosa na Baia de Guanabara pela câmara do Oficial de Náutica da Marinha Mercante Plínio Calenzo.

Ticuna ou Tikuna é uma antiga tribo indígena que vive no Alto Solimões – AM.

(A foto foi publicada na Internet pela “Collection of Maritime Presse Clippings – dez/08)


Revitalização da área portuária. CMA CGM mantém encomenda de porta-contêineres.
           A área de 20 mil metros quadrados onde estão instalados os armazéns 5 e 6 do Porto do Rio de Janeiro é o local escolhido para abrigar o Museu do Amanhã, empreendimento orçado em cerca de R$ 100 milhões que vai enfocar temas como o efeito estufa, formas de energia e uso racional da água e solo, com salas temáticas para tratar de questões ambientais.

           O governador Sérgio Cabral e a Fundação Roberto Marinho participaram da assinatura do termo de cooperação técnica da Companhia Docas que cedeu os armazéns para a construção do museu. Apesar de não ter especificado quando as obras começariam ou quanto tempo durariam, o Governo do Estado, que doou o prédio em que funcionava a Polinter, em frente aos armazéns, espera inaugurar o espaço até o fim de 2012.

           "Temos certeza que, ao longo de anos de trabalho, a Zona Portuária se transformará numa nova área para a cidade, em uma área de entretenimento, de residência e de negócios. É um presente para Copa do Mundo de 2014 e para as Olimpíadas de 2016” – disse o governador.

           Designado pelo presidente Lula para fomentar o desenvolvimento das regiões portuárias de todo o Brasil, o ministro da Secretaria Especial de Portos do governo federal, Pedro Brito, afirmou que o projeto ajudará a reconfigurar uma das áreas mais importantes e abandonadas da cidade.
           O governo federal também analisa a possibilidade de ceder outras áreas desativadas para os projetos de revitalização da zona portuária. "Temos vários programas para outros armazéns. Há um projeto para uma escola permanente de teatro com o Grupo Ensaio Aberto e estamos vendo com a prefeitura a construção de um grande aquário", afirmou.

Fonte: Jornal do Commercio / Redação

O terceiro maior armador do mundo em transporte de contêineres, a francesa CMA CGM assegurou que, apesar da crise financeira internacional, manterá a encomenda de 77 navios, afirmando que está em fase de ampliação de suas operações em várias partes do mundo para renovação e ampliação da frota.

O grupo planeja receber 32 navios no próximo ano, 26 em 2010 e o restante em 2011, sem nenhuma intenção de cancelar pedidos.

No Brasil a empresa se destaca como um dos armadores que mais conquistaram mercado no segmento de longo curso, saindo de uma posição inexpressiva há quatro anos para ocupar  hoje a quinta posição. O crescimento passa pelo forte investimento em uma extensa rede com 23 escritórios regionais de norte a sul do país.

A companhia que tem no setor de barcaças mais um fator de crescimento, também inova em seus sistemas de embarque. No mês de outubro embarcou no Porto do Rio de Janeiro para Cuba, 66 veículos Fiat Fiorino “encaixotados” em contêineres especiais denominados “trans rack” que se diferenciam pela proteção proporcionada ao veículo. É a única armadora no Brasil a disponibilizar este tipo de transporte.

Fonte: Monitor Mercantil / Redação
Porto de Santos terá terminal para cargueiros de 9.200 TEUs Meio ambiente aprova inspeção de água de lastro.
A Brasil Terminal Portuário (BTP) do Grupo Mediterranean Shipping Company (MSC) anunciou em entrevista ao jornal A Tribuna que o terminal que começará a ser construído entre fevereiro e março do próximo ano no Porto de Santos, terá condições de receber navios de 9.200 TEUs.

O Brasil Terminal Portuário será construído em um terreno de 292 mil metros quadrados entre o Píer da Alemoa e o Rio Lenheiro, no Saboó, na margem direita do porto.

Na primeira fase de implantação, o BTP terá três berços, com um cais de 1.109 metros. O primeiro ponto de atracação será entregue em 2011, mas começará a operar no ano seguinte, quando os outros dois estiverem prontos.

Esses três berços serão destinados à operação de contêineres e com eles o terminal poderá operar 1,1 milhão de TEUs.

Fonte: A Tribuna/Santos / Redação











( >>> Arte & Cultura)

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou proposta que obriga os navios que utilizam instalações portuárias nacionais a inspecionarem a água de lastro. O texto também estabelece os critérios para a realização das análises.

Embarcações que desobedecerem à lei, pelo projeto, ficarão sujeitas a multa de R$ 200 a R$ 20 mil, além de sanções administrativas e penais previstas na Lei 9.605/98, em caso de danos ao meio ambiente, ou no Decreto-Lei 2.848/40, em caso de prejuízos à saúde pública. Ficam definidos como responsáveis pelo cumprimento da lei a autoridade marítima e os órgãos
municipal, estadual e federal de meio ambiente.

            Marina Maggessi deputada autora do substitutivo ao Projeto de Lei 954/07, ressalta que a água dos navios pode transportar espécies estranhas, o que provoca problemas ambientais, ou organismos causadores de doença, como o vibrião do cólera.

            Segundo ela, o problema é tão sério que a Organização Marítima Internacional (IMO) formulou a Convenção Internacional para Controle e Gerenciamento de Água de Lastro e Sedimentos de Navios, adotada em 13 de fevereiro de 2004. "Essa convenção ainda não está em vigor, o que só ocorrerá um ano após a ratificação por 30 estados que representem 35% da
quantidade de carga transportada por navios em todo o mundo", afirma a relatora.

Ela acrescenta que até 31 de janeiro deste ano, apenas 12 estados, correspondendo a 3,46% do volume de carga, haviam ratificado a convenção, entre eles o Brasil.

Fonte: Agência Câmara / Redação

  Rio, 09/12/2008


Temporada de Cruzeiros no Rio       
Vale e ThyssebKrupp já transportaram 1 bilhão de toneladas de minério de Carajás
A expectativa para a temporada de cruzeiros no Rio de Janeiro, que foi inaugurada em novembro com a chegada do primeiro transatlântico, é de que pelo menos 400 mil turistas desembarquem na cidade até abril.
Os números foram divulgados pelo presidente da Companhia Docas, Jorge Luiz de Mello.
De acordo com ele, apenas o primeiro navio a chegar comporta mais de 3 mil passageiros. "O número de 400 mil turistas já é bastante importante, mas pretendemos crescer ainda mais nos próximos anos".
Segundo Mello, o número de visitantes pode crescer cerca de 150% até 2011 o que pode significar uma faixa de um milhão de turistas.

Fonte: Jornal do Commercio/RJ

Executivos da Vale e ThyssenKrupp comemoraram em 14 de novembro, em Essen, Alemanha, o embarque da bilionésima tonelada de minério de ferro de Carajás.
A bilionésima tonelada foi embarcada em 26 de junho para a ThyssenKrupp no “Berge Stahl”, o maior graneleiro do mundo, que também comemorou em maio deste ano sua viagem de número 200 do Terminal Marítimo Ponta da Madeira, em São Luís, para Rotterdam.
     A Vale e ThyssenKrupp são parceiras há várias décadas e participam de um projeto de usina de placas de aço com capacidade de produção de 5 milhões de toneladas.
A planta está sendo construída no Rio de Janeiro e deverá começar a produzir até o final de 2009.

Fonte: Jornal Pequeno on-line / Redação 
Marítimos pedem liberação do Fundo de Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo.

     Há alguns meses, o Sindicato dos Armadores (Syndarma) divulgou estudo da Universidade de São Paulo (USP), mostrando que a evasão de oficiais de marinha mercante, entre 2000 e 2007 foi de 66,7% e que, já em 2007, havia carência de 150 profissionais - correspondendo a 6% do mercado. A análise, a cargo dos professores Guilherme Lobo e Rui Botter, indicava que a carência seria de 900 oficiais em 2010 e de 1419 em 2013, caracterizando, portanto, a iminência de um "apagão marítimo".
     O presidente do Sindicato dos Oficiais da Marinha Mercante (Sindmar), Severino Almeida - também presidente da Confederação dos Trabalhadores em Transporte (Contmaff) - vê situação diversa. "De 2003 a 2005 entraram no mercado 935 alunos das escolas de marinha mercante, dos quais 663 permanecem com vínculo com as empresas e são suficientes para suprirem mais de 60 embarcações. É notório que não houve, nem de perto, esse número de novos navios, para utilização de oficiais a bordo, ao longo desses anos. Há, no setor, uma distância imensa entre o que se planeja construir e o que efetivamente se entrega para o tráfego". E acentua: “Estou seguro em afirmar que a Marinha do Brasil, ao decidir-se pelo quantitativo no investimento na formação de Oficiais Mercantes, tem como ponto notável a demanda do mundo real, não aquele fictício e ideal para atendimento de objetivos de ocasião".
     Em um ponto, Severino Almeida se alia aos armadores, ao reivindicar a liberação dos recursos para o ensino profissional marítimo, que estão retidos no caixa único do Governo federal. Há estimativas de retenção de R$ 200 milhões, carimbados para o Ensino Profissional Marítimo, mantidos de forma irregular no caixa único do Governo federal.

Fonte: Net Marinha/Rio Marítimo - Sérgio Barreto Motta.
Hidrovia do Marajó volta a ser discutida pelos governos do PA e AP.

Um projeto iniciado há cerca de 10 anos pelos governos dos estados do Amapá e Pará voltou a ser discutido. Trata-se da Hidrovia do Marajó, projeto de construção de um canal de 32 km rasgando o arquipélago do Marajó (PA) ao meio para interligar as cabeceiras dos rios Anajás e Atuá.
De acordo com o secretário de governadoria do estado, Alberto Góes, a Hidrovia do Marajó perdeu muito dinheiro. Ele afirma que no período de 1998 a 2000, cerca de R$ 28 milhões alocados no orçamento da União foram devolvidos porque a obra foi embargada na Justiça Federal.
O Ministério Público alegou falhas no processo de licenciamento ambiental e alertou para danos à natureza. A principal crítica recai sobre a dragagem de nove milhões de metros cúbicos de terra e o desflorestamento de 6,5 milhões de metros quadrados.
O Amapá não tem ligação por estradas com nenhum outro Estado e as embarcações são a única alternativa para quem não tem condições de pegar um avião.
Segundo o senador pelo Pará, Mário Couto (PSDB/PA), enquanto esta etapa não for vencida, a discussão não pode ser retomada.
- O arquipélago é a fronteira da Amazônia com o Oceano Atlântico, que contém aproximadamente três mil ilhas. A maior delas, a do Marajó, é a maior ilha fluvial do mundo. É uma região com cerca de 420 mil habitantes. "Pobre economicamente, rica em diversidade natural", afirmou Mário Couto.
O percurso tem cerca de 580 km, partindo de Macapá (AP) até Belém (PA). As embarcações precisam contornar o arquipélago do Marajó. A hidrovia diminuiria a distância para 430 quilômetros. O tempo é de 24h, mas com a via poderia ser feito em 18h. O projeto possibilitaria ainda que as embarcações desenvolvessem maior velocidade com mais segurança.

Fonte: Portal Amazônia - Manaus,Amazonas / Redação

Empresa chinesa quer montar estaleiro no Pará.

Grupo empresarial do Pará, composto de políticos e empresários e presidido pela governadora Ana Júlia Carepa, em visita à China, foi recebido em Xangai pelo Sr. Simon Liang, presidente da Sinopacific Shipbuilding Group, uma das maiores empresas privadas da China e que registra um dos maiores índices de crescimento do planeta: 90% ao ano.
O empresário chinês disse à governadora que tem grande admiração pela cultura latina e reafirmou seu grande interesse em montar um estaleiro no Pará.

A governadora informou que o Pará está disposto a oferecer suporte a toda iniciativa que venha a beneficiar o Estado.
Ela acrescentou que o Pará dispõe de uma área adequada para a montagem de um estaleiro, que seria Outeiro, ilha fluvial situada à margem direita da Baía de Guajará, e convidou o presidente Simon Liang a visitar o Pará e inteirar-se dos detalhes.

O Sinopacific Shipbuilding Group constrói navios de grande porte, como graneleiros, navios-tanque, petroleiros e de transporte de gás e de produtos químicos.
Utiliza tecnologia de ponta e tem um sistema de gerenciamento próprio baseado no lema “simple but perfect” (simples, porém perfeito).


Fonte: Agência Pará/Sônia Zaghetto / Redação
Transpetro adia atual fase de licitação de petroleiros.
A Transpetro adiou para 2009 o recebimento das propostas para a construção de 23 navios petroleiros que começaram a ser licitados em agosto deste ano, na segunda etapa do Plano de Renovação da Frota (Promef), que já encomendou outros 23 navios ao mercado. Segundo o presidente da Transpetro, Sérgio Machado, o atual cenário de crise econômica pode contribuir para que a companhia obtenha preços mais baixos nesta licitação.
"Apesar de o preço dos navios equivalentes ainda não ter caído no mercado internacional, é claro que esperamos um valor mais baixo, na esteira da queda do aço", disse Machado, em entrevista em evento do Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças (Ibef), que homenageou a diretora de Gás e Energia da Petrobras, Maria das Graças Foster.

Fonte: Agencia Estado - São Paulo, SP/Kelly Lima.
Petros estuda parceria com Petrobras na área de logística.

O presidente da Petros, Wagner Pinheiro, revelou hoje que a fundação estuda entrar em parceira com a Petrobras em investimentos em logística, inclusive no segmento de estaleiros. Segundo ele, o fundo de pensão pode entrar diretamente ou por meio de seus Fundos de Investimento em Participação (FIP).
Sem citar um projeto específico, o presidente ressaltou que em momento de crise quem tem liquidez, como é o caso das fundações, vai ganhar dinheiro.
 A Petros vem aproveitando a forte queda das ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) para elevar sua fatia do patrimônio aplicado em renda variável. "É um momento de oportunidades para quem tem liquidez. Por serem investidores de longo prazo, os fundos de pensão têm uma lógica diferente de uma mesa de operação de banco", disse. Desde que a crise se agravou em outubro, a Petros já aumentou sua fatia em ações do setor de
energia elétrica, em Petrobras, Vale e Lupatech. O destino foi principalmente a carteira de renda variável do plano Petros II, aberto em 2006 para agregar os novos funcionários da estatal de petróleo brasileira.
"Acredito que 2009 não vai ser tão bom como este ano, mas, também não será tão ruim como estão pintando", previu o executivo, que participou do lançamento do Manual da Previ de Participação em Assembléia de Acionistas. Segundo ele, o importante é que esse período de forte volatilidade nos mercados financeiros passe para que se possa ter uma visão mais clara sobre o tamanho da crise e, com isso, o crédito volte a fluir. "Somos compradores em bolsa. Temos liquidez para suportar esse momento e aproveitar as oportunidades", concluiu.

Fonte: Agência Estado/Mônica Ciarell
Petrobras descobre nova super-reserva.

     A Petrobras confirmou ontem a existência de um reservatório com cerca de 3,5 bilhões de barris de óleo equivalente (petróleo somado ao gás) na província conhecida como Parque das Baleias, no litoral sul do Espírito Santo. O volume é equivalente ao do maior campo produtor de petróleo do País, Marlim, na Bacia de Campos.
     A diferença é que, na província capixaba, há grande quantidade de óleo leve: entre 1,5 bilhão e 2 bilhões de barris, ou seja, mais de dois terços do reservatório. Esse tipo de óleo tem valor comercial mais elevado, porque exige custo de refino menor e produz mais diesel.
     O Parque das Baleias - um conjunto de oito concessões operadas integralmente pela Petrobras - é considerado hoje um dos projetos prioritários da estatal, pela quantidade de óleo leve em uma região de águas rasas e próxima ao continente. Ou seja, a produção lá deve demandar
tempo inferior e investimentos menos vultosos que os do pré-sal da Bacia de Santos.
     As novas projeções de reservas no Parque das Baleias foram comunicadas à Agência Nacional do Petróleo (ANP). Em setembro, o Estado informou que o potencial da área chegava aos 4 bilhões de barris, volume que pode ser atingido após as novas perfurações. A Petrobrás já perfurou seis poços no pré-sal do Parque das Baleias, todos com sucesso.

Fonte: O Estado de São Paulo – São Paulo,SP/Nicola Pamplona e Kelly Lima. / Redação

Primeira plataforma totalmente construída no Brasil deixa o estaleiro em Angra dos Reis

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A plataforma P-51 deixou o cais do estaleiro BrasFELS, em Angra dos Reis, Rio de Janeiro, em direção à Baía da Ilha Grande, onde passará por testes e ajustes finais antes de operar no campo de Marlim Sul, na Bacia de Campos. Após o período de testes, de aproximadamente 15 dias, a P-51 será ancorada no campo de Marlim Sul a 1255 metros de profundidade e 150 km distante da costa. A plataforma será interligada a 19 poços (10 produtores de petróleo e gás e 9 injetores de água) e produzirá a partir de janeiro.
Construída integralmente no País, a P-51 marca a história da indústria naval brasileira com o conteúdo nacional acima de 75%. A obra foi pioneira em muitos aspectos, com destaque para a produção do primeiro casco semi-submersível brasileiro e para a operação de deck mating (união da parte superior da plataforma ao casco), poucas vezes realizada no mundo.
Esta operação foi concluída em apenas 24 horas, confirmando a capacitação da engenharia naval brasileira.
Com investimentos de aproximadamente US$ 1 bilhão, e geração de mais de 4 mil empregos diretos e 12 mil indiretos, a P-51 foi construída e integrada pelo consórcio FSTP (Keepel Fells e Technip) nas cidades de Niterói, Rio de Janeiro, Itaguaí e Angra dos Reis. A Nuovo Pignone, também contratada pela Petrobras, construiu os módulos de compressão, no Rio de Janeiro e a Rolls Royce, os módulos de geração, em Niterói.

Fonte: Agência Petrobras de Notícias
Catamarã afunda perto do Morro de São Paulo.

Um catamarã com 45 pessoas - 43 passageiros e dois tripulantes – afundou próximo à praia do Encanto, em Morro de São Paulo, distrito do município de Cayru, a 300 quilômetros de Salvador. O acidente aconteceu por volta das 8h do dia 15 (sábado), após 40 minutos da viagem de Valença para a ilha, quando o casco quebrou com a força da maré. Ninguém ficou ferido.
Assim que os tripulantes perceberam que o motor estava cheio de água, pediram aos ocupantes do catamarã para vestirem os coletes salva-vidas. Os passageiros começaram, então, a sair da embarcação e a pular na água. O catamarã afundou logo depois. De acordo com informações da TV Bahia, pescadores da região ajudaram no resgate.
Em comunicado, a Capitania dos Portos da Bahia informou que foi instaurado Inquérito Administrativo para apurar as prováveis causas e possíveis responsáveis pelo acidente.

Fonte: Correio da Bahia.

Megacampo de gás cria polêmica ambiental nos EUA.

     Novas tecnologias estão abrindo a possibilidade de exploração de campos de gás gigantes nos EUA, mas estão para criar batalhas também gigantes com os ambientalistas.
     O maior campo fica debaixo das montanhas Apalaches. Geólogos chamam o Marcellus de campo de gás "super gigante". O geólogo de Universidade da Pensilvânia Terry Engelder acredita que este campo poderá abastecer as necessidades de gás natural dos Estados Unidos por 14 anos.
     Quando se espalhou no ano passado a notícia de que um campo que se estende do sul do Estado de Nova York até a Virgínia Ocidental promete produzir o equivalente a US$ 1 trilhão em gás, transformando proprietários de terras locais em milionários, soaram os alarmes ambientalistas.
     Poderiam os poços de gás danificar os poços de água? Poderiam os produtos químicos envenenar o lençol freático? Poderiam as lendárias correntes de trutas ressecar? Poderiam os imaculados reservatórios no norte do Estado que abastecem a cidade de Nova York com água potável ser contaminados?
     "Essa perfuração de poços de gás poderia transformar a bacia hidrográfica de mata densa do norte de Delaware de um ambiente natural selvagem de cenários deslumbrantes em uma paisagem industrial horrível, que será mudada para sempre", disse Tracy Carluccio, da Delaware Riverkeeper, uma organização de proteção ao ambiente. Ela prefere que antes disso seja
decretada uma moratória nas perfurações, para permitir a realização de um levantamento das áreas naturais.
     Os protestos em Nova York foram tão estridentes que o governador David Paterson determinou que o Departamento de Proteção Ambiental (DEC, na sigla em inglês) atualizasse as suas diretrizes reguladoras, que regem as perfurações de gás e petróleo, visando refletir a tecnologia avançada de perfuração, que usa milhões de litros de água e que representa desafios de gestão de resíduos.
     Agora, apesar do aparecimento de novas plataformas de perfuração na Pensilvânia e na Virgínia Ocidental, o desenvolvimento do Marcellus em Nova York está suspenso até o próximo ano, enquanto o DEC realiza audiências e elabora regulamentos.

Fonte: Valor Econômico/Mary Esch/Associated Press.
27/11/2008


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