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Processo
seletivo para Praticante de Prático continua
(08/01/2009)
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A “medida liminar” em mandado de segurança, pleiteado por
candidato de Santa Catarina não classificado no concurso de
Praticante de Prático 2008, foi cassada pelo Juiz da 14ª.
Vara Federal do Rio de Janeiro, no dia 07/01/09, faltando julgar o
mérito do mandado. Por conseguinte, prosseguem com seu andamento
normal as fases do processo seletivo, com a interrupção
apenas do dia 07/01 e com novo calendário.
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Codesp vai explorar
bacia hidroviária em Santos
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Uma bacia hidroviária com cerca de 200 quilômetros de
extensão começa a ser explorada junto ao porto de Santos
como alternativa de transporte e aumento das atividades produtivas da
região.
O potencial do
conjunto de rios que deságuam direta ou indiretamente no
estuário é suficiente para elevar em 10 milhões de
toneladas/ano a movimentação de cargas do porto, ao custo
estimado de US$ 10 bilhões, em uma década. Santos
movimenta por ano cerca de 80 milhões de toneladas de cargas.
A expansão dos limites do porto de Santos é defendida por
José Roberto Correia Serra, presidente da Codesp
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Ele
destaca a necessidade da transferência de operações
para novas plataformas operacionais, até mesmo offshore, com
vistas a ligar o alto mar ao porto, por meio de dutos para o transporte
de petróleo e álcool, entre outros.
Serra
afirma que "o porto de Santos é maior que qualquer grande
idéia", ao se referir ao potencial da região.
Fonte: Valor Econômico / Redação. |
CIAGA e CIABA formam
novos Praticantes.
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Formaram-se no CIABA, Centro de Instrução Almirante Braz
de Aguiar, em Belém-PA, no último dia 9/12/08, noventa e
sete alunos que concluíram a parte teórica do Curso de
Formação de Oficiais da Marinha Mercante. Cinquenta e
cinco são Praticantes de Náutica e quarenta e dois
Praticantes de Máquinas.
No CIAGA, Centro de Instrução
Almirante Graça Aranha, no Rio de Janeiro, em 15/12/08, em
cerimônia que contou com a presença do Comandante da
Marinha, Almirante-de-Esquadra, Júlio Soares de Moura Neto, 132
alunos receberam o diploma de Praticantes de Náutica e 51 alunos
o de Praticantes de Máquinas.
Fonte: Da Redação.
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Inace exporta primeiro
navio de guerra
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O estaleiro Inace
(Indústria Naval do Ceará) é o primeiro estaleiro
particular brasileiro a exportar uma unidade de guerra. Está
sendo entregue, neste mês, o navio patrulha “NS Brendan Simbwaye”
(200 Tpb) à Marinha da Namíbia, dando outras expectativas
comerciais ao estaleiro que era conhecido internacionalmente pela
construção de Iates de luxo.
Vários países, sobretudo africanos,
tem demonstrado interesse em encomendar navios desse segmento.
O Inace está construindo dois navios para a
Marinha do Brasil de 500 Tpb. O primeiro com previsão de entrega
para outubro de 2009 e o segundo quatro meses depois.
Fonte: Da Redação
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Codesp negocia
inclusão de obra no PAC.
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A Codesp negocia com o
Governo Federal, com o aval do Ministro da Secretaria Especial de
Portos, Pedro Brito, a inclusão, no Programa de
Aceleração do Crescimento (PAC), do projeto de
aprofundamento das estacas de sustentação dos
berços públicos do Porto de Santos.
O custo do empreendimento é estimado em R$ 120 milhões.
O novo estaqueamento é preciso porque a maior parte das
fundações do costado tem até 12 metros.
Com a realização da dragagem de aprofundamento, que
elevará de 12 para 15 metros a distância entre a linha
d'água e o leito do Canal do Estuário, as estacas
precisarão ser ampliadas para o costado não ruir.
O cais do Saboó será o primeiro a receber a nova
fundação.
Fonte: A Tribuna – Santos / Redação.
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Quando dois
“Tikunas” se encontram
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A embarcação que aparentemente está sob mira e vai
ser atingida pela meia nau a BB é o “Smit TICUNA”, rebocador de
apoio portuário da Smit Rebras do Rio de Janeiro.
O “agressor” é o submarino convencional “TIKUNA” da Marinha do
Brasil. As duas embarcações foram clicadas nessa
situação curiosa na Baia de Guanabara pela câmara
do Oficial de Náutica da Marinha Mercante Plínio Calenzo.
Ticuna ou Tikuna é uma antiga tribo indígena que vive no
Alto Solimões – AM.
(A foto foi publicada na Internet pela “Collection of Maritime Presse
Clippings – dez/08)
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| Revitalização
da área portuária. |
CMA CGM
mantém encomenda de porta-contêineres. |
| A
área de 20 mil metros quadrados onde estão instalados os
armazéns 5 e 6 do Porto do Rio de Janeiro é o local
escolhido para abrigar o Museu do Amanhã, empreendimento
orçado em cerca de R$ 100 milhões que vai enfocar temas
como o efeito estufa, formas de energia e uso racional da água e
solo, com salas temáticas para tratar de questões
ambientais.
O
governador Sérgio Cabral e a Fundação Roberto
Marinho participaram da assinatura do termo de cooperação
técnica da Companhia Docas que cedeu os armazéns para a
construção do museu. Apesar de não ter especificado
quando as obras começariam ou quanto tempo durariam, o Governo do
Estado, que doou o prédio em que funcionava a Polinter, em frente
aos armazéns, espera inaugurar o espaço até o fim
de 2012.
"Temos
certeza que, ao longo de anos de trabalho, a Zona Portuária se
transformará numa nova área para a cidade, em uma
área de entretenimento, de residência e de negócios.
É um presente para Copa do Mundo de 2014 e para as
Olimpíadas de 2016” – disse o governador.
Designado
pelo presidente Lula para fomentar o desenvolvimento das regiões
portuárias de todo o Brasil, o ministro da Secretaria Especial de
Portos do governo federal, Pedro Brito, afirmou que o projeto
ajudará a reconfigurar uma das áreas mais importantes e
abandonadas da cidade.
O
governo federal também analisa a possibilidade de ceder outras
áreas desativadas para os projetos de revitalização
da zona portuária. "Temos vários programas para outros
armazéns. Há um projeto para uma escola permanente de
teatro com o Grupo Ensaio Aberto e estamos vendo com a prefeitura a
construção de um grande aquário", afirmou.
Fonte: Jornal do
Commercio / Redação
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O terceiro maior armador
do mundo em transporte de contêineres, a francesa CMA CGM
assegurou que, apesar da crise financeira internacional, manterá
a encomenda de 77 navios, afirmando que está em fase de
ampliação de suas operações em várias
partes do mundo para renovação e ampliação
da frota.
O grupo planeja receber
32 navios no próximo ano, 26 em 2010 e o restante em 2011, sem
nenhuma intenção de cancelar pedidos.
No Brasil a empresa se
destaca como um dos armadores que mais conquistaram mercado no segmento
de longo curso, saindo de uma posição inexpressiva
há quatro anos para ocupar hoje a
quinta posição. O crescimento passa pelo forte
investimento em uma extensa rede com 23 escritórios regionais de
norte a sul do país.
A companhia que tem no
setor de barcaças mais um fator de crescimento, também
inova em seus sistemas de embarque. No mês de outubro embarcou no
Porto do Rio de Janeiro para Cuba, 66 veículos Fiat Fiorino
“encaixotados” em contêineres especiais denominados “trans rack”
que se diferenciam pela proteção proporcionada ao
veículo. É a única armadora no Brasil a
disponibilizar este tipo de transporte.
Fonte: Monitor Mercantil / Redação |
| Porto de
Santos terá terminal para cargueiros de 9.200 TEUs |
Meio
ambiente aprova inspeção de água de lastro. |
| A Brasil Terminal
Portuário (BTP) do Grupo Mediterranean Shipping Company (MSC)
anunciou em entrevista ao jornal A Tribuna que o terminal que
começará a ser construído entre fevereiro e
março do próximo ano no Porto de Santos, terá
condições de receber navios de 9.200 TEUs.
O Brasil Terminal
Portuário será construído em um terreno de 292 mil
metros quadrados entre o Píer da Alemoa e o Rio Lenheiro, no
Saboó, na margem direita do porto.
Na primeira fase de
implantação, o BTP terá três berços,
com um cais de 1.109 metros. O primeiro ponto de atracação
será entregue em 2011, mas começará a operar no ano
seguinte, quando os outros dois estiverem prontos.
Esses três
berços serão destinados à operação de
contêineres e com eles o terminal poderá operar 1,1
milhão de TEUs.
Fonte: A Tribuna/Santos /
Redação
( >>> Arte & Cultura)
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A Comissão de Meio
Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou proposta que
obriga os navios que utilizam instalações
portuárias nacionais a inspecionarem a água de lastro. O
texto também estabelece os critérios para a
realização das análises.
Embarcações
que desobedecerem à lei, pelo projeto, ficarão sujeitas a
multa de R$ 200 a R$ 20 mil, além de sanções
administrativas e penais previstas na Lei 9.605/98, em caso de danos ao
meio ambiente, ou no Decreto-Lei 2.848/40, em caso de prejuízos
à saúde pública. Ficam definidos como
responsáveis pelo cumprimento da lei a autoridade marítima
e os órgãos
municipal, estadual e federal de meio ambiente.
Marina
Maggessi deputada autora do substitutivo ao Projeto de Lei 954/07,
ressalta que a água dos navios pode transportar espécies
estranhas, o que provoca problemas ambientais, ou organismos causadores
de doença, como o vibrião do cólera.
Segundo
ela, o problema é tão sério que a
Organização Marítima Internacional (IMO) formulou a
Convenção Internacional para Controle e Gerenciamento de
Água de Lastro e Sedimentos de Navios, adotada em 13 de fevereiro
de 2004. "Essa convenção ainda não está em
vigor, o que só ocorrerá um ano após a
ratificação por 30 estados que representem 35% da
quantidade de carga transportada por navios em todo o mundo", afirma a
relatora.
Ela acrescenta que
até 31 de janeiro deste ano, apenas 12 estados, correspondendo a
3,46% do volume de carga, haviam ratificado a convenção,
entre eles o Brasil.
Fonte: Agência Câmara /
Redação
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Rio, 09/12/2008
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Temporada de
Cruzeiros no Rio
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Vale e ThyssebKrupp
já transportaram 1 bilhão de toneladas de minério
de Carajás
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A expectativa
para a temporada de cruzeiros no Rio de Janeiro, que foi inaugurada em
novembro com a chegada do primeiro transatlântico, é de que
pelo menos 400 mil turistas desembarquem na cidade até abril.
Os números foram divulgados pelo presidente da Companhia Docas,
Jorge Luiz de Mello.
De acordo com ele, apenas o primeiro navio a chegar comporta mais de 3
mil passageiros. "O número de 400 mil turistas já é
bastante importante, mas pretendemos crescer ainda mais nos
próximos anos".
Segundo Mello, o número de visitantes pode crescer cerca de 150%
até 2011 o que pode significar uma faixa de um milhão de
turistas.
Fonte: Jornal do Commercio/RJ
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Executivos da Vale e
ThyssenKrupp comemoraram em 14 de novembro, em Essen, Alemanha, o
embarque da bilionésima tonelada de minério de ferro de
Carajás.
A bilionésima tonelada foi embarcada em 26 de junho para a
ThyssenKrupp no “Berge Stahl”, o maior graneleiro do mundo, que
também comemorou em maio deste ano sua viagem de número
200 do Terminal Marítimo Ponta da Madeira, em São
Luís, para Rotterdam.
A Vale e ThyssenKrupp são parceiras
há várias décadas e participam de um projeto de
usina de placas de aço com capacidade de produção
de 5 milhões de toneladas.
A planta está sendo construída no Rio de Janeiro e
deverá começar a produzir até o final de 2009.
Fonte: Jornal Pequeno on-line / Redação
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Marítimos pedem
liberação do Fundo de Desenvolvimento do Ensino
Profissional Marítimo.
Há alguns meses, o Sindicato dos
Armadores (Syndarma) divulgou estudo da Universidade de São Paulo
(USP), mostrando que a evasão de oficiais de marinha mercante,
entre 2000 e 2007 foi de 66,7% e que, já em 2007, havia
carência de 150 profissionais - correspondendo a 6% do mercado. A
análise, a cargo dos professores Guilherme Lobo e Rui Botter,
indicava que a carência seria de 900 oficiais em 2010 e de 1419 em
2013, caracterizando, portanto, a iminência de um "apagão
marítimo".
O presidente do Sindicato dos Oficiais da
Marinha Mercante (Sindmar), Severino Almeida - também presidente
da Confederação dos Trabalhadores em Transporte (Contmaff)
- vê situação diversa. "De 2003 a 2005 entraram no
mercado 935 alunos das escolas de marinha mercante, dos quais 663
permanecem com vínculo com as empresas e são suficientes
para suprirem mais de 60 embarcações. É
notório que não houve, nem de perto, esse número de
novos navios, para utilização de oficiais a bordo, ao
longo desses anos. Há, no setor, uma distância imensa entre
o que se planeja construir e o que efetivamente se entrega para o
tráfego". E acentua: “Estou seguro em afirmar que a Marinha do
Brasil, ao decidir-se pelo quantitativo no investimento na
formação de Oficiais Mercantes, tem como ponto
notável a demanda do mundo real, não aquele
fictício e ideal para atendimento de objetivos de
ocasião".
Em um ponto, Severino Almeida se alia aos
armadores, ao reivindicar a liberação dos recursos para o
ensino profissional marítimo, que estão retidos no caixa
único do Governo federal. Há estimativas de
retenção de R$ 200 milhões, carimbados para o
Ensino Profissional Marítimo, mantidos de forma irregular no
caixa único do Governo federal.
Fonte: Net Marinha/Rio Marítimo - Sérgio Barreto Motta.
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Hidrovia
do Marajó volta a ser discutida pelos governos do PA e AP.
Um projeto iniciado
há cerca de 10 anos pelos governos dos estados do Amapá e
Pará voltou a ser discutido. Trata-se da Hidrovia do
Marajó, projeto de construção de um canal de 32 km
rasgando o arquipélago do Marajó (PA) ao meio para
interligar as cabeceiras dos rios Anajás e Atuá.
De
acordo com o secretário de governadoria do estado, Alberto
Góes, a Hidrovia do Marajó perdeu muito dinheiro. Ele
afirma que no período de 1998 a 2000, cerca de R$ 28
milhões alocados no orçamento da União foram
devolvidos porque a obra foi embargada na Justiça Federal.
O Ministério Público alegou falhas no
processo de licenciamento ambiental e alertou para danos à
natureza. A principal crítica recai sobre a dragagem de nove
milhões de metros cúbicos de terra e o desflorestamento de
6,5 milhões de metros quadrados.
O Amapá não
tem ligação por estradas com nenhum outro Estado e as
embarcações são a única alternativa para
quem não tem condições de pegar um avião.
Segundo o senador pelo
Pará, Mário Couto (PSDB/PA), enquanto esta etapa
não for vencida, a discussão não pode ser retomada.
- O arquipélago é a fronteira da
Amazônia com o Oceano Atlântico, que contém
aproximadamente três mil ilhas. A maior delas, a do Marajó,
é a maior ilha fluvial do mundo. É uma região com
cerca de 420 mil habitantes. "Pobre economicamente, rica em diversidade
natural", afirmou Mário Couto.
O percurso tem cerca de
580 km, partindo de Macapá (AP) até Belém (PA). As
embarcações precisam contornar o arquipélago do
Marajó. A hidrovia diminuiria a distância para 430
quilômetros. O tempo é de 24h, mas com a via poderia ser
feito em 18h. O projeto possibilitaria ainda que as
embarcações desenvolvessem maior velocidade com mais
segurança.
Fonte: Portal
Amazônia - Manaus,Amazonas / Redação
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Empresa
chinesa quer montar estaleiro no Pará.
Grupo
empresarial do Pará, composto de políticos e
empresários e presidido pela governadora Ana Júlia Carepa,
em visita à China, foi recebido em Xangai pelo Sr. Simon Liang,
presidente da Sinopacific Shipbuilding Group, uma das maiores empresas
privadas da China e que registra um dos maiores índices de
crescimento do planeta: 90% ao ano.
O empresário chinês disse à governadora que tem
grande admiração pela cultura latina e reafirmou seu
grande interesse em montar um estaleiro no Pará.
A
governadora informou que o Pará está disposto a oferecer
suporte a toda iniciativa que venha a beneficiar o Estado.
Ela acrescentou que o Pará dispõe de uma área
adequada para a montagem de um estaleiro, que seria Outeiro, ilha
fluvial situada à margem direita da Baía de
Guajará, e convidou o presidente Simon Liang a visitar o
Pará e inteirar-se dos detalhes.
O
Sinopacific Shipbuilding Group constrói navios de grande porte,
como graneleiros, navios-tanque, petroleiros e de transporte de
gás e de produtos químicos.
Utiliza tecnologia de ponta e tem um sistema de gerenciamento
próprio baseado no lema “simple but perfect” (simples,
porém perfeito).
Fonte: Agência
Pará/Sônia Zaghetto / Redação
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Transpetro adia
atual fase de licitação de petroleiros.
A Transpetro
adiou para 2009 o recebimento das propostas para a
construção de 23 navios petroleiros que começaram a
ser licitados em agosto deste ano, na segunda etapa do Plano de
Renovação da Frota (Promef), que já encomendou
outros 23 navios ao mercado. Segundo o presidente da Transpetro,
Sérgio Machado, o atual cenário de crise econômica
pode contribuir para que a companhia obtenha preços mais baixos
nesta licitação.
"Apesar de o preço dos navios equivalentes ainda não ter
caído no mercado internacional, é claro que esperamos um
valor mais baixo, na esteira da queda do aço", disse Machado, em
entrevista em evento do Instituto Brasileiro dos Executivos de
Finanças (Ibef), que homenageou a diretora de Gás e
Energia da Petrobras, Maria das Graças Foster.
Fonte: Agencia Estado - São Paulo, SP/Kelly Lima.
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Petros estuda parceria com Petrobras na
área de logística.
O presidente
da Petros, Wagner Pinheiro, revelou hoje que a fundação
estuda entrar em parceira com a Petrobras em investimentos em
logística, inclusive no segmento de estaleiros. Segundo ele, o
fundo de pensão pode entrar diretamente ou por meio de seus
Fundos de Investimento em Participação (FIP).
Sem citar um projeto específico, o presidente ressaltou que em
momento de crise quem tem liquidez, como é o caso das
fundações, vai ganhar dinheiro.
A Petros vem aproveitando a forte queda das ações
negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) para elevar
sua fatia do patrimônio aplicado em renda variável.
"É um momento de oportunidades para quem tem liquidez. Por serem
investidores de longo prazo, os fundos de pensão têm uma
lógica diferente de uma mesa de operação de banco",
disse. Desde que a crise se agravou em outubro, a Petros já
aumentou sua fatia em ações do setor de
energia elétrica, em Petrobras, Vale e Lupatech. O destino foi
principalmente a carteira de renda variável do plano Petros II,
aberto em 2006 para agregar os novos funcionários da estatal de
petróleo brasileira.
"Acredito que 2009 não vai ser tão bom como este ano,
mas, também não será tão ruim como
estão pintando", previu o executivo, que participou do
lançamento do Manual da Previ de Participação em
Assembléia de Acionistas. Segundo ele, o importante é que
esse período de forte volatilidade nos mercados financeiros passe
para que se possa ter uma visão mais clara sobre o tamanho da
crise e, com isso, o crédito volte a fluir. "Somos compradores em
bolsa. Temos liquidez para suportar esse momento e aproveitar as
oportunidades", concluiu.
Fonte: Agência Estado/Mônica Ciarell
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Petrobras descobre nova super-reserva.
A Petrobras confirmou ontem a existência de um
reservatório com cerca de 3,5 bilhões de barris de
óleo equivalente (petróleo somado ao gás) na
província conhecida como Parque das Baleias, no litoral sul do
Espírito Santo. O volume é equivalente ao do maior campo
produtor de petróleo do País, Marlim, na Bacia de Campos.
A diferença é que, na
província capixaba, há grande quantidade de óleo
leve: entre 1,5 bilhão e 2 bilhões de barris, ou seja,
mais de dois terços do reservatório. Esse tipo de
óleo tem valor comercial mais elevado, porque exige custo de
refino menor e produz mais diesel.
O Parque das Baleias - um conjunto de oito
concessões operadas integralmente pela Petrobras - é
considerado hoje um dos projetos prioritários da estatal, pela
quantidade de óleo leve em uma região de águas
rasas e próxima ao continente. Ou seja, a produção
lá deve demandar
tempo inferior e investimentos menos vultosos que os do pré-sal
da Bacia de Santos.
As novas projeções de reservas
no Parque das Baleias foram comunicadas à Agência Nacional
do Petróleo (ANP). Em setembro, o Estado informou que o potencial
da área chegava aos 4 bilhões de barris, volume que pode
ser atingido após as novas perfurações. A
Petrobrás já perfurou seis poços no pré-sal
do Parque das Baleias, todos com sucesso.
Fonte: O Estado de São Paulo – São Paulo,SP/Nicola
Pamplona e Kelly Lima. / Redação
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Primeira
plataforma totalmente construída no Brasil deixa o estaleiro em
Angra dos Reis
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A plataforma P-51
deixou o cais do estaleiro BrasFELS, em Angra dos Reis, Rio de Janeiro,
em direção à Baía da Ilha Grande, onde
passará por testes e ajustes finais antes de operar no campo de
Marlim Sul, na Bacia de Campos. Após o período de testes,
de aproximadamente 15 dias, a P-51 será ancorada no campo de
Marlim Sul a 1255 metros de profundidade e 150 km distante da costa. A
plataforma será interligada a 19 poços (10 produtores de
petróleo e gás e 9 injetores de água) e
produzirá a partir de janeiro.
Construída integralmente no País, a P-51 marca a
história da indústria naval brasileira com o
conteúdo nacional acima de 75%. A obra foi pioneira em muitos
aspectos, com destaque para a produção do primeiro casco
semi-submersível brasileiro e para a operação de
deck mating (união da parte superior da plataforma ao casco),
poucas vezes realizada no mundo.
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Esta
operação foi concluída em apenas 24 horas,
confirmando a capacitação da engenharia naval brasileira.
Com investimentos de aproximadamente US$ 1 bilhão, e
geração de mais de 4 mil empregos diretos e 12 mil
indiretos, a P-51 foi construída e integrada pelo
consórcio FSTP (Keepel Fells e Technip) nas cidades de
Niterói, Rio de Janeiro, Itaguaí e Angra dos Reis. A Nuovo
Pignone, também contratada pela Petrobras, construiu os
módulos de compressão, no Rio de Janeiro e a Rolls Royce,
os módulos de geração, em Niterói.
Fonte: Agência Petrobras de Notícias
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Catamarã
afunda perto do Morro de São Paulo.
Um
catamarã com 45 pessoas - 43 passageiros e dois tripulantes –
afundou próximo à praia do Encanto, em Morro de São
Paulo, distrito do município de Cayru, a 300 quilômetros de
Salvador. O acidente aconteceu por volta das 8h do dia 15
(sábado), após 40 minutos da viagem de Valença para
a ilha, quando o casco quebrou com a força da maré.
Ninguém ficou ferido.
Assim que os tripulantes perceberam que o motor estava cheio de
água, pediram aos ocupantes do catamarã para vestirem os
coletes salva-vidas. Os passageiros começaram, então, a
sair da embarcação e a pular na água. O
catamarã afundou logo depois. De acordo com
informações da TV Bahia, pescadores da região
ajudaram no resgate.
Em comunicado, a Capitania dos Portos da Bahia informou que foi
instaurado Inquérito Administrativo para apurar as
prováveis causas e possíveis responsáveis pelo
acidente.
Fonte: Correio da Bahia.
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Megacampo de gás cria
polêmica ambiental nos EUA.
Novas tecnologias estão abrindo a
possibilidade de exploração de campos de gás
gigantes nos EUA, mas estão para criar batalhas também
gigantes com os ambientalistas.
O maior campo fica debaixo das montanhas
Apalaches. Geólogos chamam o Marcellus de campo de gás
"super gigante". O geólogo de Universidade da Pensilvânia
Terry Engelder acredita que este campo poderá abastecer as
necessidades de gás natural dos Estados Unidos por 14 anos.
Quando se espalhou no ano passado a
notícia de que um campo que se estende do sul do Estado de Nova
York até a Virgínia Ocidental promete produzir o
equivalente a US$ 1 trilhão em gás, transformando
proprietários de terras locais em milionários, soaram os
alarmes ambientalistas.
Poderiam os poços de gás
danificar os poços de água? Poderiam os produtos
químicos envenenar o lençol freático? Poderiam as
lendárias correntes de trutas ressecar? Poderiam os imaculados
reservatórios no norte do Estado que abastecem a cidade de Nova
York com água potável ser contaminados?
"Essa perfuração de poços
de gás poderia transformar a bacia hidrográfica de mata
densa do norte de Delaware de um ambiente natural selvagem de
cenários deslumbrantes em uma paisagem industrial
horrível, que será mudada para sempre", disse Tracy
Carluccio, da Delaware Riverkeeper, uma organização de
proteção ao ambiente. Ela prefere que antes disso seja
decretada uma moratória nas perfurações, para
permitir a realização de um levantamento das áreas
naturais.
Os protestos em Nova York foram tão
estridentes que o governador David Paterson determinou que o
Departamento de Proteção Ambiental (DEC, na sigla em
inglês) atualizasse as suas diretrizes reguladoras, que regem as
perfurações de gás e petróleo, visando
refletir a tecnologia avançada de perfuração, que
usa milhões de litros de água e que representa desafios de
gestão de resíduos.
Agora, apesar do aparecimento de novas
plataformas de perfuração na Pensilvânia e na
Virgínia Ocidental, o desenvolvimento do Marcellus em Nova York
está suspenso até o próximo ano, enquanto o DEC
realiza audiências e elabora regulamentos.
Fonte: Valor Econômico/Mary Esch/Associated Press.
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| 27/11/2008 |
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