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23-07-2010
VAZAMENTO DE
PETRÓLEO NOS ESTADOS UNIDOS – REFLEXÕES SOBRE
RESPONSABILIDADE CIVIL
O derramamento de petróleo produzido pela BP,
através da plataforma Deepwater Horizon, afretada da empresa
Transocean, no Golfo do México, pode se tornar o maior desastre
ambiental do país e o mais caro serviço de limpeza desde o
Exxon Valdez, em 1989.
Notícias dão conta que a empresa
britânica está gastando cerca de US$ 6 milhões
dólares por dia nos esforços de contenção da
mancha. As estimativas são de que este número aumente
ainda mais.
A responsabilidade civil das empresas envolvidas
não se restringe aos custos de limpeza das áreas
atingidas. Elas também serão chamadas a pagar
indenizações pelos prejuízos causados a todas as
pessoas que sofreram danos por conta da poluição.
Segundo a lei americana (Oil Pollution Act) que
trata do assunto, criada após o acidente com o navio Exxon
Valdez, em 1989, a BP teria de arcar com todos os custos de limpeza,
porém teria limitação de US$ 75 milhões
dólares para outros tipos de danos. Tal limite seria eliminado se
ficar provado que a empresa agiu com negligência ou se tiver
violado leis federais.
Por certo, o quantum indenizatório
excederá em muito este limite. Por conta disto, vários
senadores se preparam para elevar este limite para US$ 10
bilhões, embora pareça improvável que o novo limite
tenha efeitos retroativos.
A lei americana aplica a limitação de
responsabilidade porque, por outro lado, instituiu um Fundo de
Responsabilidade por Derrames que pode indenizar no total, para Estado,
indivíduos e organizações, por acidente, até
US$ 1bilhão. Este fundo é mantido pelas empresas de
petróleo que produzem nos Estados Unidos.
É oportuno lembrar que o acidente com a
plataforma pode ter dimensões internacionais na medida em que a
mancha de óleo atinja a costa de outros países.
O acidente com a plataforma faz-nos lembrar dos
diversos grandes acidentes ocorridos com navios petroleiros, desde o
Torrey Canyon, ocorrido no Reino Unido, em 1967, quando 119.000
toneladas de petróleo foram lançadas ao mar, até o
mais recente, envolvendo o navio Prestige, ocorrido na Espanha, quando
houve o derrame de 67.000 toneladas de petróleo.
Este indesejável histórico de
acidentes na indústria de transporte marítimo fez criar no
setor, em âmbito internacional, uma estrutura voltada para
redução de acidentes em qualquer nível assim como
sistemas financeiros destinados a compensar as vítimas de
poluição.
Esta estrutura organizacional envolve a
participação dos Governos de diversos Estados de todo o
mundo e também das empresas de navegação e das
companhias de petróleo que fazem uso do transporte
marítimo.
Em primeiro lugar destacamos a
Organização Marítima Internacional (IMO), que
é o órgão da Organização das
Nações Unidas (ONU) responsável por desenvolver e
manter as convenções internacionais para a
indústria do transporte marítimo com foco em
segurança, proteção ao meio-ambiente, assuntos
legais, cooperação técnica e eficiência da
atividade.
Foram criadas, portanto, diversas
convenções internacionais que visam aumentar a
segurança do transporte marítimo, através do
estabelecimento de requisitos para o casco e os equipamentos dos navios,
para a qualificação da tripulação e
também para o seu modus operandi. Há também
mecanismos de inspeção e auditoria do atendimento a todos
requisitos.
Além dos esforços estatais, feitos
pela IMO, porém, em atenta cooperação com a
indústria, há também espaço para
auto-regulação. Neste sentido destacamos a Oil Companies
International Marine Fórum (OCIMF) formada pelas
indústrias do setor que atuam em todo o mundo. Esta entidade
também cria diversas regras que visam aumentar a segurança
do transporte marítimo em navios petroleiros. Estas regras
são espontaneamente cumpridas pelo setor, havendo também
por esta frente um forte compromisso com a segurança das
operações.
No plano da responsabilidade civil há
diversas convenções internacionais que visam criar
mecanismos de indenização às vítimas, da
forma mais rápida e ágil possível através da
constituição de fundos de compensação,
fundos estes mantidos pelas empresas de navegação e
companhias de petróleo. Estas convenções trabalham
no conceito de haver responsabilidade objetiva do armador e da companhia
de petróleo, havendo entretanto limitação de
responsabilidade cujos tetos são periodicamente renovados. Na
história destas convenções pode-se observar que os
primeiros fundos foram criados antes até das
convenções internacionais, representando um compromisso
voluntário da indústria com as suas responsabilidades. Nas
regras de funcionamento dos fundos estão definidas entre outros
aspectos as parcelas de contribuição dos agentes da
indústria e formas de liberação de recursos
às vítimas.
A indústria de produção de
petróleo offshore carece de convenções
internacionais que enfrentem apropriadamente a questão da
responsabilidade civil. Existem poucas convenções
internacionais a tratar da indústria, mas nenhuma delas discute a
responsabilidade civil por conta de poluição por vazamento
de óleo.
O acidente com a plataforma Deepwater Horizon nos
mostra que a despeito do vazamento de óleo em plataformas ser
bastante improvável, se este ocorrer as conseqüências
para a sociedade em âmbito nacional e internacional podem ser
catastróficas.
Por certo a indústria de
produção de petróleo em alto mar poderá
aperfeiçoar ainda mais suas operações no
âmbito da segurança industrial e da responsabilidade civil,
ao colocar em prática estruturas e sistemas semelhantes aos
adotados pela indústria de transporte marítimo.
Fonte: Newsletter Kincaid.
09/07/2010
Marítimos
do Reino Unido revelam que a vida no mar não vai de vento em
popa.
Uma das principais conclusões de novo estudo
da Nautilus revela que a vida no mar de marítimos do Reino Unido
não vai de vento em popa.
O aspecto negativo é que a comida piorou e
ainda há muito pouco contacto com a casa e a família. Mas,
de qualquer maneira, uma nova pesquisa demonstrou que os marinheiros
britânicos estão mais satisfeitos com quase todos os outros
aspectos e termos de condições a bordo do que estavam
há nove anos atrás.
No entanto, ao mesmo tempo, há muitas
preocupações reais sobre muitas questões cruciais
de segurança na profissão de marítimo. O
número de profissionais marítimos que acham que o navio em
que estão embarcados não é seguro é
inaceitavelmente alto
Depois há queixas adicionais sobre fadiga,
pirataria, criminalização, formação de
má qualidade, falta de segurança no trabalho, poucas
oportunidades de ir para terra e da impossibilidade de relaxar tomando
uma ou duas cervejas com seus companheiros quando não
estão trabalhando.
Este é o retrato contraditório
apresentado na última pesquisa decenal de termos e
condições conduzido por membros da União
Marítima Nautilus Internacional, atualização de
pesquisas anteriores realizadas pelo seu antecessor Numast em 1991 e
2001. Desta vez o estudo foi adiantado em um ano a fim de repercutir
durante este que é o Ano Internacional do Marítimo.
A Lloyd’s List teve acesso antecipado a uma
cópia do relatório que será divulgado em breve.
Sim, há muita coisa que deve ser considerada inequivocamente como
uma boa notícia. Mas, da mesma forma, há ampla
evidência de que a vida marítima não é um mar
de rosas.
Em comparação com o último
levantamento, os níveis de satisfação aumentaram
nas referências alojamento, segurança no emprego,
níveis da tripulação, moral em geral, cuidados
médicos a bordo, oportunidades de promoção,
remuneração, oferta de treinamento,
recreação a bordo, ida a terra, apoio e ajuda a problemas,
tempo de sono e descanso, horas e cargas de trabalho.
Por outro lado, houve uma redução
acentuada no número de oficiais com acesso ao antigo Fundo de
Pensão dos Oficiais da Marinha Mercante. Apesar de três
quartos dos inquiridos terem considerado que existe um número
suficiente de pessoas a bordo para operar com segurança o navio,
isto significa que um em cada quatro não concorda. Mais uma vez a
condição de segurança global do navio é
considerada como boa por um percentual de cerca de 75%. Implicitamente,
25% não concordam.
O Secretário Geral da Nautilus, Mark
Dickinson, é diligente para acolher com prazer a imagem positiva
dos elementos em sua introdução. Mas ele teve
também o cuidado de destacar o outro lado da moeda.
“Consideráveis preocupações
permanecem com o levantamento mostrando altos níveis de
preocupação com a qualidade de vida no mar, e não
há espaço para satisfação no momento em que
a indústria continua a enfrentar os imensos desafios da
contratação a longo prazo e da retenção”,
disse ele.
Ao todo, cerca de 1200 formulários de
pesquisa foram devolvidos, o que equivale a cerca de 10% da união
anglo-holandesa do Reino Unido de marítimos de alto-mar. A
amostra foi trabalhada através de uma ampla gama de setores,
companhias e bandeiras.
A análise por tipo de navio – um indicador
interessante de onde os marinheiros britânicos trabalham nos dias
de hoje – era: os navios de apoio offshore 23%, ferries de passageiros
9%, navios de passageiros 8%, gaseiros 7%, petroleiros 6%,
contêineres 6%, Royal Fleet Auxiliary 5%, cargueiros 3%, grandes e
super iates 2%, graneleiros e navios de produtos químicos 1%,
carga geral 1%. Para as demais categorias classificadas como “outras”,
29%.
É importante notar também que a
pesquisa foi realizada após um período de avanços
radicais na concepção, na operação e nos
equipamentos dos navios que tiveram um imenso impacto sobre as
práticas de trabalho e nos níveis das
tripulações.
Ela também veio de encontro ao contexto de
acordo comum de que o ano não foi bom para a
indústria naval em termos financeiros. No entanto,
surpreendentemente, a percepção de segurança no
trabalho estava entre a variável que registrou uma
pontuação mais elevada.
Destaque também na versão completa
é um número de citações dos próprios
marítimos deixados em espaço próprio no
formulário para comentários.
Alguns deles merecem até ser impressos e
variam do elogio sincero para alguns empregadores a autênticas
pedradas para outros. No entanto, são as críticas que
prevalecem.
Sem dúvida, eles fornecem
informações valiosas sobre o modo como as pessoas na linha
de frente consideram sua vida profissional. No geral eles apenas tocam
muitas verdades e alguns deles devem preocupar os interessados com a
garantia de futuro fornecimento de mão de obra
marítima.
Uma das razões pelas quais a Nautilus conduz
tais investigações, claro, é para usá-las
para apoiar seus argumentos quando das negociações com os
armadores nos diversos fóruns da indústria.
Assim, a federação acredita que os
resultados oferecem importantes indicativos para os armadores, gestores
e outros empregadores sobre as medidas com as quais eles devem
comprometer-se, se assim o desejarem, para recrutar e manter os
marítimos profissionais.
As melhorias, segundo a federação,
têm por base a comparação com um nível muito
baixo que serviu de parâmetro à pesquisa original Numast de
1990. Apesar desses progressos, a Nautilus sustenta que há ainda
“questões profundamente enraizadas que precisam ser adequadamente
abordadas pela indústria e aqueles que a regulamentam”.
A implicação aqui é que as
condições no mar estão ainda sujeitas a
deterioração provocando a desmotivação dos
trabalhadores de bordo, onde o fator humano é muitas vezes mais
importante.
Como resultado, o relatório culmina em uma
longa série de recomendações, a primeira das quais
solicita que “armadores, Estados de bandeira e outros devem demonstrar,
através de regulamentos e políticas, que os
marítimos são considerados como profissionais valorizados,
oferecendo-lhes emprego adequado e contínua
formação e desenvolvimento profissional”.
Entre as medidas que podem ser tomadas para que isso
aconteça está a rápida ratificação e
aplicação da Convenção Internacional do
Trabalho Marítimo de 2006 e a dotação de recursos
suficientes para as inspeções do Port State Control, para
assegurar que essas disposições não sejam letra
morta.
Os marítimos devem ser tratados de forma
justa depois de um acidente marítimo e não estar sujeitos
a detenção desnecessária ou prolongada como
resultado de disputas sobre obrigações ou danos.
Os Estados de bandeira são instados a apurar
todos as perdas, incidentes e denúncias, divulgando os resultados
o mais cedo possível e fazer uma investigação
completa e sistemática do envolvimento de qualquer elemento
humano.
Devem ser tomadas medidas contra os Estados de
bandeira que habitualmente não investigarem ou não
divulgarem os resultados das investigações sobre os
acidentes envolvendo bandeiras sob seus registros. Eles poderiam estar
juntos nesta frente se a indústria ou as autoridades competentes
divulgassem as estatísticas compiladas e detalhadas sobre a
saúde e segurança dos marítimos.
Aos Comandantes e Oficiais deverá ser dada
uma maior proteção contra a criminalização e
as pressões comerciais por ocasião do seu julgamento
profissional sobre questões de segurança. Controle mais
eficaz contra a fadiga e tripulações insuficientes devem
ser introduzidos de preferência por meio da revisão da
Convenção das Normas de Formação,
Certificação e Serviço de Quarto.
Esforços precisam ser feitos para policiar a
implementação de concorrência desleal por meio de
interpretação abrandada que permanece das regras
internacionalmente acordadas sobre os níveis de
tripulação e de políticas de emprego. Um
código de boas práticas sobre essas questões
poderia ser um passo na direção certa.
Sendo uma federação de sindicatos, a
Nautilus acredita que as companhias de navegação devem
comprometer-se a uma abordagem de parceria social para melhorar a
consulta e o diálogo com os empregados.
Os governos são instados a adotar propostas
da Organização Marítima Internacional e da
Organização Internacional do Trabalho para criar um
esquema de regime de seguro para marítimos abandonados, incluindo
garantia de pagamento de salários em atraso e pagamento de
indenização no caso de morte ou ferimento grave de
marítimos em acidentes de trabalho.
Ou, como o senhor Dickinson conclui: “Nesse sentido,
no Ano Internacional do Marítimo, a Nautilus acredita que esse
relatório deveria atuar como um catalisador de mudanças
por parte dos armadores, gestores, reguladores e todos os envolvidos na
definição de normas para a indústria”.
As principais conclusões do novo estudo da Nautilus incluem:
• Menos de 50% dos marítimos entrevistados disseram que seus
empregadores contribuem para seus planos de pensão.
• Três quartos consideram haver pessoas suficientes a bordo para
operar com segurança os navios.
• 30% estão navegando em navios tripulados por seis ou mais
nacionalidades (13% em 2001)
• 75% consideram a condição geral de segurança de
seus navios como boa. (80% em 2001)
• 84% consideram e-mail a bordo como essencial. 92% possuem.
• 72% consideram telefone a bordo como essencial. 90% possuem.
01/07/2010
CAMPANHA
DA IFSMA PELO FIM DA PIRATARIA
- Quase todos os dias marítimos
estão sendo seqüestrados e expostos a um risco cada vez
maior de ferimentos ou mesmo de morte.
- Todos os dias marítimos
transportam mercadorias pelo mundo através de áreas onde o
risco de ataques de piratas está crescendo.
- Todos os dias familiares de
marítimos estão sofrendo preocupações e
incertezas.
- Todos os dias as chances de atrair pessoas para trabalhos no mar – dos
quais a nossa economia depende – estão encolhendo.
- Todos os dias as companhias de navegação e suas seguradoras
têm de pagar para aumentar as medidas de antipirataria,
combustível extra e resgates – custos que eventualmente
são transferidos para o consumidor.
- Todos os dias aumenta o risco de um grande desastre ecológico
por derramamento de óleo devido ao aumento da pirataria.
- Todos os
dias as chances de uma recuperação na economia
mundial estão sendo prejudicadas por esta ameaça ao
comércio marítimo.
24/06/2010
2010 - Temporada de
Furacões “Acima do Normal”
Junho 2010.
Tendo se iniciado
oficialmente a temporada de furacões de 2010, as previsões
apontam para uma das temporadas mais severas dos últimos anos. O
Relatório Anual de Furacões emitido pela
Administração Oceânica e Atmosférica Nacional
– NOAA prevê uma possibilidade de 85% de uma “temporada acima do
normal”, superando previsões do ano passado que apontavam um
percentual de apenas 10%. Considerando que 2009 produziu nove
tempestades nomeadas, das quais três se tornaram grandes
furacões (nenhum dos quais atingiu a costa), a média da
temporada registra um pouco mais com onze tempestades e seis
furacões. No entanto, o relatório deste ano indica para
70% de probabilidade de 14 – 23 tempestades nomeadas, 8 – 19
furacões e 3 – 7 grandes furacões.
A NOOA cita três fatores preponderantes que vão contribuir
para a perspectiva de um ano “acima do normal”. Enquanto o efeito El
Nino no Pacífico começou a desvanecer-se, a chuva na
África está mantendo a poeira baixa, assim empobrecem duas
circunstâncias que normalmente mantém baixa a
formação de furacões. Por último, e talvez o
mais significativo, as temperaturas das águas vindas do
Arquipélago de Cabo Verde para o Caribe, foram acima do normal,
com algumas áreas atingindo patamares recordes. Devido os
furacões se formarem em águas mornas e ganharem
força a partir destas áreas em particular, o aquecimento
dos mares, que temos observado, será uma questão
primordial para o desenvolvimento das tempestades mais fortes ao longo
de 2010.
As previsões
para 2010 rivalizam com algumas das mais graves da história. As
condições meteorológicas refletem as
previsões de 1998 e 2005, sendo esta última a mais
devastadora temporada na história com o furacão Katrina
que devastou o litoral sul dos Estados Unidos. Estas
estações não foram apenas fisicamente devastadoras,
mas também economicamente perturbadoras. Distúrbios no
fornecimento de energia e no comércio foram amplamente sentidos
com os furacões batendo violentamente a rica região
petrolífera do Golfo do México. Enquanto nas tempestades
de 1998 deixaram de ser produzidos 15 milhões de barris de
petróleo e 48 bilhões de pés cúbicos de
gás natural, 2005 bateu recordes com a limitação na
produção de 110 milhões de barris de
petróleo e 683 bilhões de pés cúbicos de
gás devido ao furacão
Katrina.
O Golfo do México é o berço de cerca de 27% do
petróleo dos E. U. e 15% da produção de gás
natural. É também o berço de alguns dos portos mais
movimentados do país. Historicamente, todas as “temporadas acima
do normal” tem tido pelo menos uma tempestade nomeada no Golfo do
México e 95% das estações produzem pelo menos duas
tempestades nomeadas. A maior parte desta atividade ocorre algumas vezes
entre agosto e outubro, mas 50% das temporadas acima do normal tiveram
pelo menos uma tempestade nomeada no Golfo durante junho ou julho.
Na situação dos E. U., com as enormes quantidades de
óleo que continuam vazando do local onde estava a Deepwater
Horizon, o impacto de um furacão na região permanece
desconhecido. Apesar dos esforços atuais para conter o derrame e
recolher o óleo, possam ser prejudicados, alguns acreditam que um
furacão pode realmente acabar com o vazamento. No entanto, a
atividade de tempestades é também susceptível a
empurrar o óleo para estuários e zonas costeiras alagadas,
causando danos significativos à vida selvagem e à economia
local. Embora estejamos apenas entrando na temporada de furacões,
o potencial do impacto de um furacão nos esforços de
limpeza e abastecimento de combustível doméstico
fará com que muitos participantes da indústria e os
habitantes da região do Golfo fiquem de olho no tempo.
Tradução livre – Original em
inglês
Fonte: NOAA
26/05/2010
Wesley Collyer, candidato ao Senado por Santa Catarina.
O nosso colega CLC Wesley O. Collyer, Bacharel em Ciências
Jurídicas, Ex-Juiz Federal do Trabalho, Ex-Inspetor Geral da
Frota Nacional de Petroleiros, Professor Universitário e
Presidente da Academia Catarinense de Letras, terá sua
candidatura homologada ao Senado Federal pelo PPS de Santa Catarina no
próximo dia 29/05/10 em Florianópolis. Na ocasião
será lançado o livro de sua autoria “Ética na
Política”.
Veja a Carta, o convite,
a capa do livro e o currículo
do nosso colega.
14-05-2010
TITANIC
Há quase cem anos, o Titanic, numa madrugada, colidiu com um
iceberg e afundou.
Nos cinco minutos do filme de James Cameron que relatam o momento do
choque, provavelmente o melhor de todo o filme, dá para observar
como a ordem de “todo a boreste” foi invertida. Se as coisas se passaram
assim mesmo, a tragédia talvez fosse evitada se a ordem tivesse
sido executada corretamente, pois o iceberg apareceu pela amura de BB.
Com a guinada para esse bordo o navio acabou atingindo o iceberg por BE
rasgando o costado, infelizmente com mais gravidade, abaixo da linha
d’água.
Vigia Frederick
Fleet: (localiza um iceberg a vante e dá o alarme para a
casa do leme) – Atendam seus sacanas.
Sexto Oficial Moody:
(entra na casa do leme com uma xícara de chá na mão
e atende o telefone)
Vigia Frederick Fleet:
Tem alguém aí?
Sexto Oficial Moody:
Sim, o que você vê?
Vigia Frederick
Fleet: Iceberg, a vante!
Sexto Oficial Moody:
Obrigado.
(Desliga o telefone e sai correndo para a asa para notificar o primeiro
oficial Willian Murdoch) - Iceberg a vante.
Sexto Oficial Moody
e Primeiro Oficial William Murdoch: Todo a boreste!
Timoneiro Hitchens:
(inicia a girar o timão para bombordo)
Fonte:
Marinos Mercantes
12-04-2010
Stena E-MAXair
Provavelmente, o petroleiro mais verde do mundo.
O Stena
E-MAXair é um passo importante para a nossa
ambição comum de criar um transporte mais
sustentável.
A preocupação com o
meio ambiente, em combinação com a economia de transporte
extremamente competitiva e uma máxima segurança,
são os bilhetes de entrada para novos mercados e novas
oportunidades de negócio.

O foco principal do conceito do Stena E-MAXair é
centrado na drástica redução do consumo de
combustível, na redução das emissões e na
segurança da navegação com dois motores e duplo
sistema de governo e de navegação.
O navio será naturalmente construído
de acordo com o conceito Stena MAX com relação a
segurança, consumo e grande capacidade de carga com pequeno
calado.
Com a ajuda de motores que consomem GNL, o novo
conceito desenvolvido pela AirMAX, com um design de casco otimizado e
hélices de baixa rotação, nós atingimos o
nosso objetivo.
O consumo de combustível e as
emissões sensivelmente reduzidas tornam o Stena E-MAXair
provavelmente o petroleiro mais verde do mundo.
O Stena E-MAXair é projetado para consumir
GNL, no entanto o motor principal como os motores auxiliares
também podem funcionar com Diesel como combustível.
Hoje, o GNL é, sem dúvida, o mais
limpo combustível para navios.
Com seus motores consumindo GNL o Stena E-MAXair
produz 35 a 40% menos dióxido de carbono do que um navio
convencional de tamanho idêntico, 90% menos óxido de
nitrogênio, não produz óxido sulfúrico e 99%
menos partículas, tudo isso sem utilizar conversores
catalíticos.
Totalmente
abastecido com GNL, o Stena E-MAXair tem uma autonomia de 22 dias.
Se em uma determinada área o GNL não
for comercializado, o navio pode usar combustível regular.
Consumindo GNL, há um efeito
secundário de economia, pois isso reduz a necessidade de
manutenção dos motores principais e auxiliares.
Stena E-MAXair - uma nova dimensão em
combustível.
1.
1. Configuração otimizada do casco.
O casco é otimizado para o fluxo de
água quando navegar a 13 nós.
Em
combinação com dois grandes hélices girando
lentamente, o consumo de combustível é reduzido.
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2.
2. O Stena E-MAXair flutua no ar
A construção do casco permite
ao Stena E-MAXair flutuar sobre um colchão de ar.
A bolsa de ar sob o navio é estendida
para vante com a ajuda do bulbo recentemente desenvolvido.
A
pressão do ar é mantida por compressores e, desde que o
atrito entre a água e o ar seja mais baixo do que entre a
água e o casco, a resistência é reduzida.
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3.
3. Eficiência do GNL
O GNL,
Gás Natural Liquefeito, é de longe o combustível
mais limpo e eficaz disponível hoje para os navios.
O quadro geral da economia é
atualmente ainda mais evidente, pois a queima de GNL reduz a
necessidade de manutenção do motor.
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4.
4. O Stena E-MAXair navega com o ar
Quando os ventos são
favoráveis, o Stena E-MAXair pode reduzir ainda mais o consumo
de combustível usando uma vela tipo parapente (kite sail)
especialmente concebida para isso.
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29-03-2010
O POUSO MAIS POLÊMICO DA AVIAÇÃO DE CAÇA
MUNDIAL
O avião caça britânico [Harrier] é famoso
por sua capacidade de pousar verticalmente, o que reduz custos pela
diminuição de tamanho dos porta-aviões e da
logística envolvida.
A capacidade de pousar verticalmente impediu que este jato
caísse no mar e nos proporcionou o pouso mais bizarro da
aviação de caça. Em 1983 um cargueiro espanhol
carregado de contêineres navegava tranquilamente na costa de
Portugal a caminho da cidade de Tenerife nas ilhas Canárias,
quando recebeu uma visita inesperada vinda do céu.
Ora, havia um exercício militar da OTAN naquela área e o
jato que você verá na bizarra posição abaixo
decolou do cruzador Inglês HMS Illustrious. Soube-se mais tarde
que o sub-tenente de 25 anos que pilotava o avião não
tinha completado o número de horas necessárias para fazer
o tipo de operação que estava sendo proposto naquela
manobra militar. Tratava-se de voar por um período às
cegas, com rádio e radar desligados.
O problema aconteceu quando o piloto emergiu do vôo cego e se deu
conta de que a sua autonomia de vôo era de apenas poucos minutos,
tempo insuficiente para o retorno ao Illustrious, que estava a mais de
50 milhas . Foi quando o piloto avistou o cargueiro espanhol Alraigo a
12 milhas e falou com seus botões: “f..... por f...... f........
e meio!”. Ao invés de se ejetar e correr o risco de morrer
afogado no mar, ele optou pelo único “pouso” disponível
nas redondezas.
Naturalmente, todo o convés do Alraigo estava tomado de
contêineres e também por uma Van destinada a uma loja de
flores de Tenerife. O resultado do pouso você vê nas fotos
abaixo e tenha certeza que o capitão não levou tão
na esportiva quando se poderia esperar de alguém que estava
prestes a obter uma indenização da Marinha
Britânica. O descontente comandante do cargueiro se recusou a
devolver o penetra aéreo de volta ao cruzador inglês e
decidiu prosseguir a viagem com toda a fleuma do mundo.
Para o encanto da posteridade, o navio chegou quatro dias depois no seu
destino, o porto de Santa Cruz no Tenerife, para o deleite da
aglomeração de repórteres e curiosos que se
acotovelavam ávidos para presenciar a cena inusitada. O felizardo
Capitão recebeu uma indenização de 1,4
milhões de dólares do governo britânico pelo
“resgate” ocasional. Nada mal para quem apenas teve uma Van levemente
amassada!
Harriers, por favor, pousem no meu navio!
Explicação
jurídica do caso:
“(...) Lembro-me que na ocasião este incidente gerou uma batalha
jurídica muito interessante.
O dono do navio (e não seu comandante) iniciou uma
ação em Londres, reclamando premio de salvamento do
Governo Inglês. Salvamento de vida humana é
obrigatório e não dá direito a uma
remuneração. Mas o salvamento de bens em perigo
não. Ninguem está obrigado a se colocar em risco para
salvar a propriedade de outrem, e se o faz, e a propriedade é
salva, tem direito a um prêmio de salvamento, uma porcentagem
sobre o valor do bem salvo.
Este sistema é muito praticado entre navios. Existe até
um contrato padrão, o Lloyd's Open Form of Salvage Agreement,
apelidado de "No cure no pay", isto é, o salvador só
recebe se houver um resultado útil. O premio é fixado
depois do salvamento, e não pode exceder o valor dos bens
entregues em um local seguro, depois do salvamento.
O premio é dividido, uma parte para o dono da
embarcação salvadora e outra dividida entre todos os
tripulantes, de acordo com a participação de cada um.
O caso do Harrier foi o primeiro em que aplicou-se o princípio
de salvamento no mar a uma aeronave.
No caso do Harrier, snme, o pouso em cima de um container no
convés do navio não teria sido de surpresa. O Comte do
navio teria concordado com o plano do piloto do Harrier, navegado a
feição para minimizar o efeito do vento e os
balanços do navio. Poderia ter se negado a "receber" o Harrier,
cujo piloto poderia ser salvo retirado do mar por sua
guarnição, depois de um pouso no mar ou de ter ejetado.
O Harrier foi salvo e devolvido inteiro e sem avarias aos ingleses.
Daí a corte ter decidido que o prêmio de salvamento era
devido.
Vejam que 1,4 milhões de dólares corresponde a uma
porcentagem pequena do valor de um Harrier. Talvez cerca de 10%.
CODESP
ABRE CONCURSO APÓS 10 ANOS
(22/02/2010)
TRIBUNAL MARÍTIMO (RJ)
ABRE CONCURSO PARA DUAS VAGAS DE JUIZ (ADVOGADO E CLC)
Mensagem de Natal da IMO destaca trabalho extraordinário dos
marítimos.
A Organização Marítima Internacional prestou
homenagem aos 1.5 milhões de trabalhadores marítimos do
mundo. Ao declarar 2010 como o “Ano do Marítimo”, o
Secretário-geral da IMO Efthimios Mitropoulos disse que a
agência pretende destacar a singular, e muitas vezes não
reconhecida, contribuição dada pelos marítimos.
“Queremos transmitir uma clara mensagem de que toda
a comunidade marítima entende e importa-se com vocês”,
disse Mitropoulos em carta aberta a todos os marítimos. “Ao fazer
isso, buscamos assegurar-lhes, na ponta de lança da
indústria, que nós, responsáveis pelo regime da
regulamentação internacional e que nos dedicamos de terra
ao transporte marítimo, entendemos as pressões que
vocês enfrentam e que, como resultado, nos aproximamos de nossas
próprias tarefas com uma simpatia genuína pelo trabalho
que vocês realizam. Fazemo-lo com profunda gratidão, em
reconhecimento pelo serviço extraordinário, frequentemente
em condições perigosas, que vocês realizam a cada
dia de sua vida profissional”.
"Atendendo à solicitação da DPC, segue abaixo, na
íntegra, importante comunicação sobre as atividades
da CIPANAVE e sua divulgação para a Comunidade
Marítima.
Coincidência
ou não, em recente Boletim o CCMM faz essa
reivindicação no artigo "Abalroamento no Mar Egeu".
Pela
importância do assunto, vale a pena conferir os dois textos.
O
Editor"
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Relatórios de
Investigação de Acidentes Marítimos -
DIVULGAÇÃO
Prezados
senhores (as),
Como parte de suas atribuições e em cumprimento ao
disposto nas Resoluções A849(20) de 01/12/1997 e
MSC-MEPC.3/Circ.2 de 13 de Junho de 2008, da Organização
Marítima Internacional (IMO), que tratam sobre o Código de
Investigação de Acidentes, a Diretoria de Portos e Costas
passou a disponibilizar, em sua página na internet, no
endereço http://www.dpc.mar.mil.br/,
para conhecimento de toda a comunidade marítima nacional e
internacional, os Relatórios das Investigações de
Acidentes Marítimos quando tais acidentes forem objeto de uma
Investigação de Acidentes realizada por parte da
Comissão de Investigação e Prevenção
dos Acidentes da Navegação (CIPANAVE) nos moldes previstos
nessas Resoluções. Os Relatórios estarão
disponíveis nas versões em Português e Inglês.
A divulgação desses Relatórios à comunidade
marítima visa incrementar a segurança da
navegação por meio do amplo conhecimento das causas
geradoras do acidente e das lições aprendidas, de forma
a impedir a sua recorrência no futuro ou atenuar a sua
gravidade.
O primeiro relatório disponibilizado refere-se ao acidente
ocorrido com o N/T “BAHAMAS”, em 30/08/1998, em Rio Grande.
Solicita-se dar ampla divulgação.
Luiz Augusto Oliveira de Freitas
Capitão-de-Mar-e-Guerra (RM1)
Chefe da Chefe da Comissão de Investigação e
Prevenção dos Acidentes da Navegação
Diretoria de Portos e Costas |
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Mistério no mar
O
cargueiro “Artic Sea” desaparecido desde o dia 28 de julho ao passar
pelo Estreito de Dover, procedente da Finlândia com destino a
Bejaia na Argélia, com um carregamento de madeira, foi encontrado
no Oceano Atlântico, próximo a Cabo Verde.
O cargueiro foi abordado pela fragata russa Ladnii que resgatou os 15
tripulantes russos que estavam em poder de oito seqüestradores
(quatro da Estônia, dois da Letônia e dois da Rússia).
Segundo o ministro da defesa russa Anatoly Serdyukov, “os raptores
desviaram o “Artic Sea”, ameaçaram a tripulação com
armas e obrigaram-nos a seguir ordens. O navio seguiu para o continente
africano com todas as comunicações e equipamentos de
identificação desligados, tal como foi ordenado pelos
raptores”.
A
história toda está cercada de mistério e
contradições.
Como uma simples carga de madeira, avaliada em US$ 1.3 milhão
poderia gerar uma operação de busca dessa envergadura?
Basta dizer que a Rússia utilizou dois submarinos nucleares nas
buscas e enviou para Cabo Verde, além da fragata Ladnii, 3 de
seus maiores aviões “Iliuskhin 67s” para transportar um pequeno
grupo de pessoas.
Durante a viagem entre Cabo Verde e a Rússia, um dos
seqüestradores informou candidamente à TV russa que eles
eram apenas um grupo de ecologistas que subiram a bordo para se proteger
de uma tempestade no mar. Mas a tripulação afirmou que
ficaram reféns por duas semanas e que os suspeitos
ameaçaram explodir o navio se suas exigências não
fossem cumpridas.
Sobre o destino do Artic Sea giram agora mais dúvidas.
O navio teria sido devolvido ao armador segundo uns; estaria a caminho
da Sibéria, informam outros ou estaria ao largo de Cabo Verde,
segundo outras versões.
Fonte: Portugal Diário – Redação
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Foto de
arquivo de dezembro de 2008 do cargueiro Arctic Sea
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O navio de bandeira
finlandesa, registrada em Malta, ia da Finlândia para o porto
argelino de Bejaia, onde deveria ter desembarcado em 4 de agosto com uma
carga de US$ 1,3 milhão em madeira.
"Parece que o navio não se aproximou do estreito de Gibraltar, o
que indica que a embarcação se dirigiu ao Oceano
Atlântico", afirmou a Autoridade Marítima de Malta, que
vinha monitorando o navio, em comunicado.
Se a embarcação foi sequestrada, é possível
que os responsáveis pretendiam usá-la como um "navio
fantasma", disseram especialistas em assuntos marítimos.
Outra hipótese é que os piratas queriam testar os
níveis de segurança das águas do norte da Europa,
região mais movimentada do mundo.
A guarda costeira britânica afirmou que o "Artic Sea" fez o
último contato via rádio em 28 de julho, ao entrar no
estreito de Dover. Pouco depois, o transponder - que transmite um sinal
eletrônico de localização - havia sido desligado.
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OPORTUNIDADES
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RECRUTAMENTO
VISTORIADOR
Requisitos:
- Graduado(a) em Engº Mecânica, Naval ou em Ciências
Náuticas.
- Experiência em estrutura, máquinas e equipamentos
navais.
- Disponibilidade para viagens constantes.
- Inglês avançado.
Atividades:
Realizar vistorias
estruturais, mecânicas, de equipamentos e hidrodinâmica em
navios, guindastes, rebocadores para emissão de relatórios
ou certificados.
Benefícios:
- Assistência médica, seguro de vida em grupo,
ticket-refeição, reembolso farmácia, plano
odontológico (opcional), vale-transporte.
Local: Escritório ABS Rio de Janeiro
Nº Vagas: 02
Os interessados que estejam dentro do perfil indicado, deverão
enviar Currículo para rhbrasil@absconsulting.com,
mencionando no assunto: Vistoriador Naval.
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A firma MARSEG, sediada no Rio de Janeiro,
está selecionando candidatos Oficiais da Marinha Mercante para
exercerem a função de Inspetor de Segurança
Operacional (GIAONT) em terminais do sudeste.
Para detalhes contatar Comte. Hugo. Email:
marsegmar2000@yahoo.com.br Tel.: (21) 3396
0590 e (21) 8829 0590
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Tripulante
do “LIVRAMENTO” com “Gripe Suína” põe navio da TRANSPETRO
em quarentena ao
largo de Rosário, na Argentina.
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A firma
"MARENOSTRUM", sediada em Salvador está recrutando três (3) CLCs,
ou CCBs, ou OSMs, para exercerem a
função de Inspetor de Segurança Operacional (GIAONT) no Terminal da PETROBRAS em
ANGRA DOS REIS. Os candidatos deverão residir preferencialmente
nas cidades do Rio de Janeiro ou Angra dos Reis. Para maiores
detalhes contatar o Sr. CLÁUDIO TEL.: (71) 3242-8827
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