O MAR É NOSSO COMPROMISSO




2010: ANO DO MARÍTIMO
Rio de Janeiro,  julho de 2010
 

O Centro dos Capitães
Associados
Cursos & Desenvolvimento
Oportunidades
Relationships

Bem-Vindos a Bordo
Diretoria
Estatuto
Agenda
Confraternização Mensal
Reuniões e Assembléias
Hino da Marinha Mercante
Legislação
Condecorações e Homenagens
Boletim Mensal
Diário de Bordo
Meteorologia
Glossário Marítimo
Arte & Cultura
Links Interessantes










TURMA ESTADO DA GUANABARA COMPLETA 50 ANOS 

No final de 2010 a turma Estado da Guanabara da antiga Escola de Marinha Mercante do Rio de Janeiro, atual CIAGA, estará completando 50 anos de formatura. Nosso colega Edison Botelho Calenzo está pretendendo comemorar a data e necessita reunir o maior número possível de interessados na confraternização. ”Não podemos deixar passar em branco esta marcante fase da nossa vida” – conclama.

Os interessados deverão contatar o Calenzo pelo e-mail: calenzo@globo.com

Ou pelos Tels: (13) 3321-5675 – (13) 7804-0946 – ID 44*3733
 
 

           
        
                                                 Resgate Oceano Índico



Legislação  Nova

Veja Hoje em Cursos  uma nova
Oportunidade no

CIAGA
                         


23-07-2010

VAZAMENTO DE PETRÓLEO NOS ESTADOS UNIDOS – REFLEXÕES SOBRE RESPONSABILIDADE CIVIL 


    O derramamento de petróleo produzido pela BP, através da plataforma Deepwater Horizon, afretada da empresa Transocean, no Golfo do México, pode se tornar o maior desastre ambiental do país e o mais caro serviço de limpeza desde o Exxon Valdez, em 1989.
    Notícias dão conta que a empresa britânica está gastando cerca de US$ 6 milhões dólares por dia nos esforços de contenção da mancha. As estimativas são de que este número aumente ainda mais.
    A responsabilidade civil das empresas envolvidas não se restringe aos custos de limpeza das áreas atingidas. Elas também serão chamadas a pagar indenizações pelos prejuízos causados a todas as pessoas que sofreram danos por conta da poluição.
    Segundo a lei americana (Oil Pollution Act) que trata do assunto, criada após o acidente com o navio Exxon Valdez, em 1989, a BP teria de arcar com todos os custos de limpeza, porém teria limitação de US$ 75 milhões dólares para outros tipos de danos. Tal limite seria eliminado se ficar provado que a empresa agiu com negligência ou se tiver violado leis federais.
    Por certo, o quantum indenizatório excederá em muito este limite. Por conta disto, vários senadores se preparam para elevar este limite para US$ 10 bilhões, embora pareça improvável que o novo limite tenha efeitos retroativos.
    A lei americana aplica a limitação de responsabilidade porque, por outro lado, instituiu um Fundo de Responsabilidade por Derrames que pode indenizar no total, para Estado, indivíduos e organizações, por acidente, até US$ 1bilhão. Este fundo é mantido pelas empresas de petróleo que produzem nos Estados Unidos.
    É oportuno lembrar que o acidente com a plataforma pode ter dimensões internacionais na medida em que a mancha de óleo atinja a costa de outros países.
    O acidente com a plataforma faz-nos lembrar dos diversos grandes acidentes ocorridos com navios petroleiros, desde o Torrey Canyon, ocorrido no Reino Unido, em 1967, quando 119.000 toneladas de petróleo foram lançadas ao mar, até o mais recente, envolvendo o navio Prestige, ocorrido na Espanha, quando houve o derrame de 67.000 toneladas de petróleo.
    Este indesejável histórico de acidentes na indústria de transporte marítimo fez criar no setor, em âmbito internacional, uma estrutura voltada para redução de acidentes em qualquer nível assim como sistemas financeiros destinados a compensar as vítimas de poluição.
    Esta estrutura organizacional envolve a participação dos Governos de diversos Estados de todo o mundo e também das empresas de navegação e das companhias de petróleo que fazem uso do transporte marítimo.
    Em primeiro lugar destacamos a Organização Marítima Internacional (IMO), que é o órgão da Organização das Nações Unidas (ONU) responsável por desenvolver e manter as convenções internacionais para a indústria do transporte marítimo com foco em segurança, proteção ao meio-ambiente, assuntos legais, cooperação técnica e eficiência da atividade.
    Foram criadas, portanto, diversas convenções internacionais que visam aumentar a segurança do transporte marítimo, através do estabelecimento de requisitos para o casco e os equipamentos dos navios, para a qualificação da tripulação e também para o seu modus operandi. Há também mecanismos de inspeção e auditoria do atendimento a todos requisitos.
    Além dos esforços estatais, feitos pela IMO, porém, em atenta cooperação com a indústria, há também espaço para auto-regulação. Neste sentido destacamos a Oil Companies International Marine Fórum (OCIMF) formada pelas indústrias do setor que atuam em todo o mundo. Esta entidade também cria diversas regras que visam aumentar a segurança do transporte marítimo em navios petroleiros. Estas regras são espontaneamente cumpridas pelo setor, havendo também por esta frente um forte compromisso com a segurança das operações.
    No plano da responsabilidade civil há diversas convenções internacionais que visam criar mecanismos de indenização às vítimas, da forma mais rápida e ágil possível através da constituição de fundos de compensação, fundos estes mantidos pelas empresas de navegação e companhias de petróleo. Estas convenções trabalham no conceito de haver responsabilidade objetiva do armador e da companhia de petróleo, havendo entretanto limitação de responsabilidade cujos tetos são periodicamente renovados. Na história destas convenções pode-se observar que os primeiros fundos foram criados antes até das convenções internacionais, representando um compromisso voluntário da indústria com as suas responsabilidades. Nas regras de funcionamento dos fundos estão definidas entre outros aspectos as parcelas de contribuição dos agentes da indústria e formas de liberação de recursos às vítimas.
    A indústria de produção de petróleo offshore carece de convenções internacionais que enfrentem apropriadamente a questão da responsabilidade civil. Existem poucas convenções internacionais a tratar da indústria, mas nenhuma delas discute a responsabilidade civil por conta de poluição por vazamento de óleo.
    O acidente com a plataforma Deepwater Horizon nos mostra que a despeito do vazamento de óleo em plataformas ser bastante improvável, se este ocorrer as conseqüências para a sociedade em âmbito nacional e internacional podem ser catastróficas.
    Por certo a indústria de produção de petróleo em alto mar poderá aperfeiçoar ainda mais suas operações no âmbito da segurança industrial e da responsabilidade civil, ao colocar em prática estruturas e sistemas semelhantes aos adotados pela indústria de transporte marítimo.
Fonte: Newsletter Kincaid.




09/07/2010

Marítimos do Reino Unido revelam que a vida no mar não vai de vento em popa.
   
    Uma das principais conclusões de novo estudo da Nautilus revela que a vida no mar de marítimos do Reino Unido não vai de vento em popa.
    O aspecto negativo é que a comida piorou e ainda há muito pouco contacto com a casa e a família. Mas, de qualquer maneira, uma nova pesquisa demonstrou que os marinheiros britânicos estão mais satisfeitos com quase todos os outros aspectos e termos de condições a bordo do que estavam há nove anos atrás.
    No entanto, ao mesmo tempo, há muitas preocupações reais sobre muitas questões cruciais de segurança na profissão de marítimo. O número de profissionais marítimos que acham que o navio em que estão embarcados não é seguro é inaceitavelmente alto
    Depois há queixas adicionais sobre fadiga, pirataria, criminalização, formação de má qualidade, falta de segurança no trabalho, poucas oportunidades de ir para terra e da impossibilidade de relaxar tomando uma ou duas cervejas com seus companheiros quando não estão trabalhando.
    Este é o retrato contraditório apresentado na última pesquisa decenal de termos e condições conduzido por membros da União Marítima Nautilus Internacional, atualização de pesquisas anteriores realizadas pelo seu antecessor Numast em 1991 e 2001. Desta vez o estudo foi adiantado em um ano a fim de repercutir durante este que é o Ano Internacional do Marítimo.
    A Lloyd’s List teve acesso antecipado a uma cópia do relatório que será divulgado em breve. Sim, há muita coisa que deve ser considerada inequivocamente como uma boa notícia. Mas, da mesma forma, há ampla evidência de que a vida marítima não é um mar de rosas.
    Em comparação com o último levantamento, os níveis de satisfação aumentaram nas referências alojamento, segurança no emprego, níveis da tripulação, moral em geral, cuidados médicos a bordo, oportunidades de promoção, remuneração, oferta de treinamento, recreação a bordo, ida a terra, apoio e ajuda a problemas, tempo de sono e descanso, horas e cargas de trabalho.  
    Por outro lado, houve uma redução acentuada no número de oficiais com acesso ao antigo Fundo de Pensão dos Oficiais da Marinha Mercante. Apesar de três quartos dos inquiridos terem considerado que existe um número suficiente de pessoas a bordo para operar com segurança o navio, isto significa que um em cada quatro não concorda. Mais uma vez a condição de segurança global do navio é considerada como boa por um percentual de cerca de 75%. Implicitamente, 25% não concordam.
    O Secretário Geral da Nautilus, Mark Dickinson, é diligente para acolher com prazer a imagem positiva dos elementos em sua introdução. Mas ele teve também o cuidado de destacar o outro lado da moeda.
    “Consideráveis preocupações permanecem com o levantamento mostrando altos níveis de preocupação com a qualidade de vida no mar, e não há espaço para satisfação no momento em que a indústria continua a enfrentar os imensos desafios da contratação a longo prazo e da retenção”, disse ele.
    Ao todo, cerca de 1200 formulários de pesquisa foram devolvidos, o que equivale a cerca de 10% da união anglo-holandesa do Reino Unido de marítimos de alto-mar. A amostra foi trabalhada através de uma ampla gama de setores, companhias e bandeiras.
    A análise por tipo de navio – um indicador interessante de onde os marinheiros britânicos trabalham nos dias de hoje – era: os navios de apoio offshore 23%, ferries de passageiros 9%, navios de passageiros 8%, gaseiros 7%, petroleiros 6%, contêineres 6%, Royal Fleet Auxiliary 5%, cargueiros 3%, grandes e super iates 2%, graneleiros e navios de produtos químicos 1%, carga geral 1%. Para as demais categorias classificadas como “outras”, 29%.
    É importante notar também que a pesquisa foi realizada após um período de avanços radicais na concepção, na operação e nos equipamentos dos navios que tiveram um imenso impacto sobre as práticas de trabalho e nos níveis das tripulações.
    Ela também veio de encontro ao contexto de acordo comum de que o ano não foi bom  para a indústria naval em termos financeiros. No entanto, surpreendentemente, a percepção de segurança no trabalho estava entre a variável que registrou uma pontuação mais elevada.
    Destaque também na versão completa é um número de citações dos próprios marítimos deixados em espaço próprio no formulário para comentários.
    Alguns deles merecem até ser impressos e variam do elogio sincero para alguns empregadores a autênticas pedradas para outros. No entanto, são as críticas que prevalecem.
    Sem dúvida, eles fornecem informações valiosas sobre o modo como as pessoas na linha de frente consideram sua vida profissional. No geral eles apenas tocam muitas verdades e alguns deles devem preocupar os interessados com a garantia de futuro fornecimento de mão de obra marítima. 
    Uma das razões pelas quais a Nautilus conduz tais investigações, claro, é para usá-las para apoiar seus argumentos quando das negociações com os armadores nos diversos fóruns da indústria.
    Assim, a federação acredita que os resultados oferecem importantes indicativos para os armadores, gestores e outros empregadores sobre as medidas com as quais eles devem comprometer-se, se assim o desejarem, para recrutar e manter os marítimos profissionais.
    As melhorias, segundo a federação, têm por base a comparação com um nível muito baixo que serviu de parâmetro à pesquisa original Numast de 1990. Apesar desses progressos, a Nautilus sustenta que há ainda “questões profundamente enraizadas que precisam ser adequadamente abordadas pela indústria e aqueles que a regulamentam”.
    A implicação aqui é que as condições no mar estão ainda sujeitas a deterioração provocando a desmotivação dos trabalhadores de bordo, onde o fator humano é muitas vezes mais importante.
    Como resultado, o relatório culmina em uma longa série de recomendações, a primeira das quais solicita que “armadores, Estados de bandeira e outros devem demonstrar, através de regulamentos e políticas, que os marítimos são considerados como profissionais valorizados, oferecendo-lhes emprego adequado e contínua formação e desenvolvimento profissional”.
    Entre as medidas que podem ser tomadas para que isso aconteça está a rápida ratificação e aplicação da Convenção Internacional do Trabalho Marítimo de 2006 e a dotação de recursos suficientes para as inspeções do Port State Control, para assegurar que essas disposições não sejam letra morta.
    Os marítimos devem ser tratados de forma justa depois de um acidente marítimo e não estar sujeitos a detenção desnecessária ou prolongada como resultado de disputas sobre obrigações ou danos.
    Os Estados de bandeira são instados a apurar todos as perdas, incidentes e denúncias, divulgando os resultados o mais cedo possível e fazer uma investigação completa e sistemática do envolvimento de qualquer elemento humano.
    Devem ser tomadas medidas contra os Estados de bandeira que habitualmente não investigarem ou não divulgarem os resultados das investigações sobre os acidentes envolvendo bandeiras sob seus registros. Eles poderiam estar juntos nesta frente se a indústria ou as autoridades competentes divulgassem as estatísticas compiladas e detalhadas sobre a saúde e segurança dos marítimos.
    Aos Comandantes e Oficiais deverá ser dada uma maior proteção contra a criminalização e as pressões comerciais por ocasião do seu julgamento profissional sobre questões de segurança. Controle mais eficaz contra a fadiga e tripulações insuficientes devem ser introduzidos de preferência por meio da revisão da Convenção das Normas de Formação, Certificação e Serviço de Quarto. 
    Esforços precisam ser feitos para policiar a implementação de concorrência desleal por meio de interpretação abrandada que permanece das regras internacionalmente acordadas sobre os níveis de tripulação e de políticas de emprego. Um código de boas práticas sobre essas questões poderia ser um passo na direção certa.
    Sendo uma federação de sindicatos, a Nautilus acredita que as companhias de navegação devem comprometer-se a uma abordagem de parceria social para melhorar a consulta e o diálogo com os empregados.
    Os governos são instados a adotar propostas da Organização Marítima Internacional e da Organização Internacional do Trabalho para criar um esquema de regime de seguro para marítimos abandonados, incluindo garantia de pagamento de salários em atraso e pagamento de indenização no caso de morte ou ferimento grave de marítimos em acidentes de trabalho.  
    Ou, como o senhor Dickinson conclui: “Nesse sentido, no Ano Internacional do Marítimo, a Nautilus acredita que esse relatório deveria atuar como um catalisador de mudanças por parte dos armadores, gestores, reguladores e todos os envolvidos na definição de normas para a indústria”.
As principais conclusões do novo estudo da Nautilus incluem:
 
• Menos de 50% dos marítimos entrevistados disseram que seus empregadores contribuem para seus planos de pensão.
• Três quartos consideram haver pessoas suficientes a bordo para operar com segurança os navios.
• 30% estão navegando em navios tripulados por seis ou mais nacionalidades (13% em 2001)
• 75% consideram a condição geral de segurança de seus navios como boa. (80% em 2001)
• 84% consideram e-mail a bordo como essencial. 92% possuem.
• 72% consideram telefone a bordo como essencial. 90% possuem.


01/07/2010

CAMPANHA DA IFSMA PELO FIM DA PIRATARIA

End piracy now: sign the petition HERE >>

Fim da pirataria: assine a petição AQUI

  • Quase todos os dias marítimos estão sendo seqüestrados e expostos a um risco cada vez maior de ferimentos ou mesmo de morte.
  • Todos os dias marítimos transportam mercadorias pelo mundo através de áreas onde o risco de ataques de piratas está crescendo.
  • Todos os dias familiares de marítimos estão sofrendo preocupações e incertezas.
  • Todos os dias as chances de atrair pessoas para trabalhos no mar – dos quais a nossa economia depende – estão encolhendo.
  • Todos os dias as companhias de navegação e suas seguradoras têm de pagar para aumentar as medidas de antipirataria, combustível extra e resgates – custos que eventualmente são transferidos para o consumidor.
  • Todos os dias aumenta o risco de um grande desastre ecológico por derramamento de óleo devido ao aumento da pirataria.
  • Todos os dias as chances de uma recuperação na economia mundial estão sendo prejudicadas por esta ameaça ao comércio marítimo.


24/06/2010


2010 - Temporada de Furacões “Acima do Normal”
 Junho 2010.

Tendo se iniciado oficialmente a temporada de furacões de 2010, as previsões apontam para uma das temporadas mais severas dos últimos anos. O Relatório Anual de Furacões emitido pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional – NOAA prevê uma possibilidade de 85% de uma “temporada acima do normal”, superando previsões do ano passado que apontavam um percentual de apenas 10%. Considerando que 2009 produziu nove tempestades nomeadas, das quais três se tornaram grandes furacões (nenhum dos quais atingiu a costa), a média da temporada registra um pouco mais com onze tempestades e seis furacões. No entanto, o relatório deste ano indica para 70% de probabilidade de 14 – 23 tempestades nomeadas, 8 – 19 furacões e 3 – 7 grandes furacões.  

A NOOA cita três fatores preponderantes que vão contribuir para a perspectiva de um ano “acima do normal”. Enquanto o efeito El Nino no Pacífico começou a desvanecer-se, a chuva na África está mantendo a poeira baixa, assim empobrecem duas circunstâncias que normalmente mantém baixa a formação de furacões. Por último, e talvez o mais significativo, as temperaturas das águas vindas do Arquipélago de Cabo Verde para o Caribe, foram acima do normal, com algumas áreas atingindo patamares recordes. Devido os furacões se formarem em águas mornas e ganharem força a partir destas áreas em particular, o aquecimento dos mares, que temos observado, será uma questão primordial para o desenvolvimento das tempestades mais fortes ao longo de 2010. 
 
As previsões para 2010 rivalizam com algumas das mais graves da história. As condições meteorológicas refletem as previsões de 1998 e 2005, sendo esta última a mais devastadora temporada na história com o furacão Katrina que devastou o litoral sul dos Estados Unidos. Estas estações não foram apenas fisicamente devastadoras, mas também economicamente perturbadoras. Distúrbios no fornecimento de energia e no comércio foram amplamente sentidos com os furacões batendo violentamente a rica região petrolífera do Golfo do México. Enquanto nas tempestades de 1998 deixaram de ser produzidos 15 milhões de barris de petróleo e 48 bilhões de pés cúbicos de gás natural, 2005 bateu recordes com a limitação na produção de 110 milhões de barris de petróleo e 683 bilhões de pés cúbicos de gás devido ao furacão Katrina.     
O Golfo do México é o berço de cerca de 27% do petróleo dos E. U. e 15% da produção de gás natural. É também o berço de alguns dos portos mais movimentados do país. Historicamente, todas as “temporadas acima do normal” tem tido pelo menos uma tempestade nomeada no Golfo do México e 95% das estações produzem pelo menos duas tempestades nomeadas. A maior parte desta atividade ocorre algumas vezes entre agosto e outubro, mas 50% das temporadas acima do normal tiveram pelo menos uma tempestade nomeada no Golfo durante junho ou julho.

Na situação dos E. U., com as enormes quantidades de óleo que continuam vazando do local onde estava a Deepwater Horizon, o impacto de um furacão na região permanece desconhecido. Apesar dos esforços atuais para conter o derrame e recolher o óleo, possam ser prejudicados, alguns acreditam que um furacão pode realmente acabar com o vazamento. No entanto, a atividade de tempestades é também susceptível a empurrar o óleo para estuários e zonas costeiras alagadas, causando danos significativos à vida selvagem e à economia local. Embora estejamos apenas entrando na temporada de furacões, o potencial do impacto de um furacão nos esforços de limpeza e abastecimento de combustível doméstico fará com que muitos participantes da indústria e os habitantes da região do Golfo fiquem de olho no tempo. 



                                                                                    
Tradução livre – Original em inglês
Fonte: NOAA





26/05/2010

Wesley Collyer, candidato ao Senado por Santa Catarina.

O nosso colega CLC Wesley O. Collyer, Bacharel em Ciências Jurídicas, Ex-Juiz Federal do Trabalho, Ex-Inspetor Geral da Frota Nacional de Petroleiros, Professor Universitário e Presidente da Academia Catarinense de Letras, terá sua candidatura homologada ao Senado Federal pelo PPS de Santa Catarina no próximo dia 29/05/10 em Florianópolis. Na ocasião será lançado o livro de sua autoria “Ética na Política”.

Veja a Carta, o convite, a capa do livro e o currículo do nosso colega.


14-05-2010

TITANIC

Há quase cem anos, o Titanic, numa madrugada, colidiu com um iceberg e afundou.

Nos cinco minutos do filme de James Cameron que relatam o momento do choque, provavelmente o melhor de todo o filme, dá para observar como a ordem de “todo a boreste” foi invertida. Se as coisas se passaram assim mesmo, a tragédia talvez fosse evitada se a ordem tivesse sido executada corretamente, pois o iceberg apareceu pela amura de BB. Com a guinada para esse bordo o navio acabou atingindo o iceberg por BE rasgando o costado, infelizmente com mais gravidade, abaixo da linha d’água.  
 

Vigia Frederick Fleet: (localiza um iceberg a vante e dá o alarme para a casa do leme) – Atendam seus sacanas.

Sexto Oficial Moody: (entra na casa do leme com uma xícara de chá na mão e atende o telefone)

Vigia Frederick Fleet: Tem alguém aí?

Sexto Oficial Moody: Sim, o que você vê?

Vigia Frederick Fleet: Iceberg, a vante!

Sexto Oficial Moody: Obrigado.
(Desliga o telefone e sai correndo para a asa para notificar o primeiro oficial Willian Murdoch) - Iceberg a vante.

Sexto Oficial Moody e Primeiro Oficial William Murdoch: Todo a boreste!

Timoneiro Hitchens: (inicia a girar o timão para bombordo)

Fonte: Marinos Mercantes


12-04-2010

Stena E-MAXair   

Provavelmente, o petroleiro mais verde do mundo.

O Stena E-MAXair é um passo importante para a nossa ambição comum de criar um transporte mais sustentável.

A preocupação com o meio ambiente, em combinação com a economia de transporte extremamente competitiva e uma máxima segurança, são os bilhetes de entrada para novos mercados e novas oportunidades de negócio.



O foco principal do conceito do Stena E-MAXair  é centrado na drástica redução do consumo de combustível, na redução das emissões e na segurança da navegação com dois motores e duplo sistema de governo e de navegação.  

O navio será naturalmente construído de acordo com o conceito Stena MAX com relação a segurança, consumo e grande capacidade de carga com pequeno calado. 

Com a ajuda de motores que consomem GNL, o novo conceito desenvolvido pela AirMAX, com um design de casco otimizado e hélices de baixa rotação, nós atingimos o nosso objetivo.

O consumo de combustível e as emissões sensivelmente reduzidas tornam o Stena E-MAXair provavelmente o petroleiro mais verde do mundo.

O Stena E-MAXair é projetado para consumir GNL, no entanto o motor principal como os motores auxiliares também podem funcionar com Diesel como combustível.

Hoje, o GNL é, sem dúvida, o mais limpo combustível para navios.

Com seus motores consumindo GNL o Stena E-MAXair produz 35 a 40% menos dióxido de carbono do que um navio convencional de tamanho idêntico, 90% menos óxido de nitrogênio, não produz óxido sulfúrico e 99% menos partículas, tudo isso sem utilizar conversores catalíticos.

Totalmente abastecido com GNL, o Stena E-MAXair tem uma autonomia de 22 dias.

Se em uma determinada área o GNL não for comercializado, o navio pode usar combustível regular.

Consumindo GNL, há um efeito secundário de economia, pois isso reduz a necessidade de manutenção dos motores principais e auxiliares.

 

Stena E-MAXair - uma nova dimensão em combustível.

1. 1. Configuração otimizada do casco.

O casco é otimizado para o fluxo de água quando navegar a 13 nós.

Em combinação com dois grandes hélices girando lentamente, o consumo de combustível é reduzido.  

 



2. 2. O Stena E-MAXair flutua no ar

A construção do casco permite ao Stena E-MAXair flutuar sobre um colchão de ar.

A bolsa de ar sob o navio é estendida para vante com a ajuda do bulbo recentemente desenvolvido.

A pressão do ar é mantida por compressores e, desde que o atrito entre a água e o ar seja mais baixo do que entre a água e o casco, a resistência é reduzida.

 



3. 3. Eficiência do GNL

O GNL, Gás Natural Liquefeito, é de longe o combustível mais limpo e eficaz disponível hoje para os navios.

O quadro geral da economia é atualmente ainda mais evidente, pois a queima de GNL reduz a necessidade de manutenção do motor.

 



4. 4. O Stena E-MAXair navega com o ar

Quando os ventos são favoráveis, o Stena E-MAXair pode reduzir ainda mais o consumo de combustível usando uma vela tipo parapente (kite sail) especialmente concebida para isso.

 



 
 
 

29-03-2010


O POUSO MAIS POLÊMICO DA AVIAÇÃO DE CAÇA MUNDIAL



O avião caça britânico [Harrier] é famoso por sua capacidade de pousar verticalmente, o que reduz custos pela diminuição de tamanho dos porta-aviões e da logística envolvida.

A capacidade de pousar verticalmente impediu que este jato caísse no mar e nos proporcionou o pouso mais bizarro da aviação de caça. Em 1983 um cargueiro espanhol carregado de contêineres navegava tranquilamente na costa de Portugal a caminho da cidade de Tenerife nas ilhas Canárias, quando recebeu uma visita inesperada vinda do céu.

Ora, havia um exercício militar da OTAN naquela área e o jato que você verá na bizarra posição abaixo decolou do cruzador Inglês HMS Illustrious. Soube-se mais tarde que o sub-tenente de 25 anos que pilotava o avião não tinha completado o número de horas necessárias para fazer o tipo de operação que estava sendo proposto naquela manobra militar. Tratava-se de voar por um período às cegas, com rádio e radar desligados.

O problema aconteceu quando o piloto emergiu do vôo cego e se deu conta de que a sua autonomia de vôo era de apenas poucos minutos, tempo insuficiente para o retorno ao Illustrious, que estava a mais de 50 milhas . Foi quando o piloto avistou o cargueiro espanhol Alraigo a 12 milhas e falou com seus botões: “f..... por f...... f........ e meio!”. Ao invés de se ejetar e correr o risco de morrer afogado no mar, ele optou pelo único “pouso” disponível nas redondezas.

Naturalmente, todo o convés do Alraigo estava tomado de contêineres e também por uma Van destinada a uma loja de flores de Tenerife. O resultado do pouso você vê nas fotos abaixo e tenha certeza que o capitão não levou tão na esportiva quando se poderia esperar de alguém que estava prestes a obter uma indenização da Marinha Britânica. O descontente comandante do cargueiro se recusou a devolver o penetra aéreo de volta ao cruzador inglês e decidiu prosseguir a viagem com toda a fleuma do mundo.

Para o encanto da posteridade, o navio chegou quatro dias depois no seu destino, o porto de Santa Cruz no Tenerife, para o deleite da aglomeração de repórteres e curiosos que se acotovelavam ávidos para presenciar a cena inusitada. O felizardo Capitão recebeu uma indenização de 1,4 milhões de dólares do governo britânico pelo “resgate” ocasional. Nada mal para quem apenas teve uma Van levemente amassada!

Harriers, por favor, pousem no meu navio!

 



 

 

       

 Explicação jurídica do caso: 
 
 
“(...) Lembro-me que na ocasião este incidente gerou uma batalha jurídica muito interessante.
O dono do navio (e não seu comandante) iniciou uma ação em Londres, reclamando premio de salvamento do Governo Inglês. Salvamento de vida humana é obrigatório e não dá direito a uma remuneração. Mas o salvamento de bens em perigo não. Ninguem está obrigado a se colocar em risco para salvar a propriedade de outrem, e se o faz, e a propriedade é salva, tem direito a um prêmio de salvamento, uma porcentagem sobre o valor do bem salvo. 

Este sistema é muito praticado entre navios. Existe até um contrato padrão, o Lloyd's Open Form of Salvage Agreement, apelidado de "No cure no pay", isto é, o salvador só recebe se houver um resultado útil. O premio é fixado depois do salvamento, e não pode exceder o valor dos bens entregues em um local seguro, depois do salvamento.

O premio é dividido, uma parte para o dono da embarcação salvadora e outra dividida entre todos os tripulantes, de acordo com a participação de cada um.

O caso do Harrier foi o primeiro em que aplicou-se o princípio de salvamento no mar a uma aeronave.

No caso do Harrier, snme, o pouso em cima de um container no convés do navio não teria sido de surpresa. O Comte do navio teria concordado com o plano do piloto do Harrier, navegado a feição para minimizar o efeito do vento e os balanços do navio. Poderia ter se negado a "receber" o Harrier, cujo piloto poderia ser salvo retirado do mar por sua guarnição, depois de um pouso no mar ou de ter ejetado.

O Harrier foi salvo e devolvido inteiro e sem avarias aos ingleses. Daí a corte ter decidido que o prêmio de salvamento era devido.

Vejam que 1,4 milhões de dólares corresponde a uma porcentagem pequena do valor de um Harrier. Talvez cerca de 10%.
 
 


CODESP ABRE CONCURSO APÓS 10 ANOS
(22/02/2010)


TRIBUNAL MARÍTIMO (RJ) ABRE CONCURSO PARA DUAS VAGAS DE JUIZ (ADVOGADO E CLC)


Mensagem de Natal da IMO destaca trabalho extraordinário dos marítimos.

  
 A Organização Marítima Internacional prestou homenagem aos 1.5 milhões de trabalhadores marítimos do mundo. Ao declarar 2010 como o “Ano do Marítimo”, o Secretário-geral da IMO Efthimios Mitropoulos disse que a agência pretende destacar a singular, e muitas vezes não reconhecida, contribuição dada pelos marítimos.
    “Queremos transmitir uma clara mensagem de que toda a comunidade marítima entende e importa-se com vocês”, disse Mitropoulos em carta aberta a todos os marítimos. “Ao fazer isso, buscamos assegurar-lhes, na ponta de lança da indústria, que nós, responsáveis pelo regime da regulamentação internacional e que nos dedicamos de terra ao transporte marítimo, entendemos as pressões que vocês enfrentam e que, como resultado, nos aproximamos de nossas próprias tarefas com uma simpatia genuína pelo trabalho que vocês realizam. Fazemo-lo com profunda gratidão, em reconhecimento pelo serviço extraordinário, frequentemente em condições perigosas, que vocês realizam a cada dia de sua vida profissional”.    


"Atendendo à solicitação da DPC, segue abaixo, na íntegra, importante comunicação sobre as atividades da CIPANAVE e sua divulgação para a Comunidade Marítima.

Coincidência ou não, em recente Boletim o CCMM faz essa reivindicação no artigo "Abalroamento no Mar Egeu".
Pela importância do assunto, vale a pena conferir os dois textos.
O Editor"
___________
Relatórios de Investigação de Acidentes Marítimos - DIVULGAÇÃO
 
Prezados senhores (as),
Como parte de suas atribuições e em cumprimento ao disposto nas Resoluções A849(20) de 01/12/1997 e MSC-MEPC.3/Circ.2 de 13 de Junho de 2008, da Organização Marítima Internacional (IMO), que tratam sobre o Código de Investigação de Acidentes, a Diretoria de Portos e Costas passou a disponibilizar, em sua página na internet, no endereço http://www.dpc.mar.mil.br/, para conhecimento de toda a comunidade marítima nacional e internacional, os Relatórios das Investigações de Acidentes Marítimos quando tais acidentes forem objeto de uma Investigação de Acidentes realizada por parte da Comissão de Investigação e Prevenção dos Acidentes da Navegação (CIPANAVE) nos moldes previstos nessas Resoluções. Os Relatórios estarão disponíveis nas versões em Português e Inglês.
A divulgação desses Relatórios à comunidade marítima visa incrementar a segurança da navegação por meio do amplo conhecimento das causas geradoras do acidente e das lições aprendidas, de forma a  impedir a sua recorrência no futuro ou atenuar a sua gravidade.
O primeiro relatório disponibilizado refere-se ao acidente ocorrido com o N/T “BAHAMAS”, em 30/08/1998, em Rio Grande.

Solicita-se dar ampla divulgação.

Luiz Augusto Oliveira de Freitas
Capitão-de-Mar-e-Guerra (RM1)
Chefe da Chefe da Comissão de Investigação e Prevenção dos Acidentes da Navegação
Diretoria de Portos e Costas

Mistério no mar
O cargueiro “Artic Sea” desaparecido desde o dia 28 de julho ao passar pelo Estreito de Dover, procedente da Finlândia com destino a Bejaia na Argélia, com um carregamento de madeira, foi encontrado no Oceano Atlântico, próximo a Cabo Verde.
O cargueiro foi abordado pela fragata russa Ladnii que resgatou os 15 tripulantes russos que estavam em poder de oito seqüestradores (quatro da Estônia, dois da Letônia e dois da Rússia).
Segundo o ministro da defesa russa Anatoly Serdyukov, “os raptores desviaram o “Artic Sea”, ameaçaram a tripulação com armas e obrigaram-nos a seguir ordens. O navio seguiu para o continente africano com todas as comunicações e equipamentos de identificação desligados, tal como foi ordenado pelos raptores”.
 A história toda está cercada de mistério e contradições.
Como uma simples carga de madeira, avaliada em US$ 1.3 milhão poderia gerar uma operação de busca dessa envergadura? Basta dizer que a Rússia utilizou dois submarinos nucleares nas buscas e enviou para Cabo Verde, além da fragata Ladnii, 3 de seus maiores aviões “Iliuskhin 67s” para transportar um pequeno grupo de pessoas.
Durante a viagem entre Cabo Verde e a Rússia, um dos seqüestradores informou candidamente à TV russa que eles eram apenas um grupo de ecologistas que subiram a bordo para se proteger de uma tempestade no mar. Mas a tripulação afirmou que ficaram reféns por duas semanas e que os suspeitos ameaçaram explodir o navio se suas exigências não fossem cumpridas.
Sobre o destino do Artic Sea giram agora mais dúvidas.
O navio teria sido devolvido ao armador segundo uns; estaria a caminho da Sibéria, informam outros ou estaria ao largo de Cabo Verde, segundo outras versões. 
Fonte: Portugal Diário – Redação

Foto de arquivo de dezembro de 2008 do cargueiro Arctic Sea
O navio de bandeira finlandesa, registrada em Malta, ia da Finlândia para o porto argelino de Bejaia, onde deveria ter desembarcado em 4 de agosto com uma carga de US$ 1,3 milhão em madeira.
"Parece que o navio não se aproximou do estreito de Gibraltar, o que indica que a embarcação se dirigiu ao Oceano Atlântico", afirmou a Autoridade Marítima de Malta, que vinha monitorando o navio, em comunicado.
Se a embarcação foi sequestrada, é possível que os responsáveis pretendiam usá-la como um "navio fantasma", disseram especialistas em assuntos marítimos.
Outra hipótese é que os piratas queriam testar os níveis de segurança das águas do norte da Europa, região mais movimentada do mundo.
A guarda costeira britânica afirmou que o "Artic Sea" fez o último contato via rádio em 28 de julho, ao entrar no estreito de Dover. Pouco depois, o transponder - que transmite um sinal eletrônico de localização - havia sido desligado.
OPORTUNIDADES
RECRUTAMENTO
VISTORIADOR
Requisitos:
- Graduado(a) em Engº Mecânica, Naval ou em Ciências Náuticas.
- Experiência em estrutura, máquinas e equipamentos navais.
- Disponibilidade para viagens constantes.
- Inglês avançado.
Atividades:
Realizar vistorias estruturais, mecânicas, de equipamentos e hidrodinâmica em navios, guindastes, rebocadores para emissão de relatórios ou certificados.
Benefícios:
- Assistência médica, seguro de vida em grupo, ticket-refeição, reembolso farmácia, plano odontológico (opcional), vale-transporte.
Local: Escritório ABS Rio de Janeiro
Nº Vagas: 02
Os interessados que estejam dentro do perfil indicado, deverão enviar Currículo para rhbrasil@absconsulting.com, mencionando no assunto: Vistoriador Naval.
A firma MARSEG, sediada no Rio de Janeiro, está selecionando candidatos Oficiais da Marinha Mercante para exercerem a função de Inspetor de Segurança Operacional (GIAONT) em terminais do sudeste.
Para detalhes contatar Comte. Hugo. Email: marsegmar2000@yahoo.com.br    Tel.: (21) 3396 0590   e   (21) 8829 0590
Tripulante do “LIVRAMENTO” com “Gripe Suína” põe navio da TRANSPETRO
em quarentena ao largo de Rosário, na Argentina.

A firma "MARENOSTRUM", sediada em Salvador está recrutando três (3) CLCs, ou CCBs, ou OSMs, para exercerem a função de Inspetor de Segurança Operacional (GIAONT) no Terminal da PETROBRAS em ANGRA DOS REIS. Os candidatos deverão residir preferencialmente nas cidades do Rio de Janeiro ou Angra dos Reis.  Para maiores detalhes contatar o  Sr. CLÁUDIO TEL.: (71) 3242-8827
Home
Capitanias dos Portos DPC
DHN
USCG
IMO Cias de Navegação
Sociedades Classificadoras
Av.Rio Branco, 45 Gr.507 - Centro - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: (21) 2253-4623
TeleFax: (21) 2518-1638